Embora esteja atrás do gigante Google, o buscador Bing pode ser uma ferramenta extremamente útil. Confira 70 dicas do Bing para estudantes e bibliotecários.
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/09/18/966950/70-dicas-do-buscador-bing-estudantes-e-bibliotecarios.html
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
70 dicas do buscador Bing para estudantes e bibliotecários
Postado por crb8saopaulo às 10:47 0 comentários
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Biblioteca fica ao alcance de um clique
Por Gustavo Brigatto e João Luiz Rosa
Se você nasceu antes da década de 90, suas pesquisas escolares não devem ter fugido muito desta rotina: o professor anunciava o tema - podia ser mitocôndrias, guerras púnicas ou triângulos equiláteros, não importava muito - e imediatamente tinha início uma corrida à biblioteca da escola. Se você não era o felizardo a chegar primeiro - e você nunca era -, o caminho era buscar as bibliotecas públicas. Era preciso procurar o título nas fichinhas em papel datilografadas, pedir o livro ao bibliotecário, torcer para a obra estar disponível e em bom estado, para só então começar a pesquisar para valer. Aí era encarar a fila para tirar "xerox" da parte que mais importava, ou copiar os trechos à mão.
A internet mudou tudo isso. Hoje, com um clique e sem sair de casa, é possível ter acesso a informações que antes levava dias para obter. A oferta de livros eletrônicos para computadores, tablets e smartphones cresce rapidamente, e na internet não faltam links para arquivos gratuitos de títulos de domínio público, que podem ser copiados ou impressos livremente. O que não mudou é o desejo humano de guardar todo o conhecimento disponível - ou, pelo menos, o que for possível disso - em um único lugar: a biblioteca.
A iniciativa é apenas uma das muitas em andamento. A Open Library, de origem americana, já tem 20 milhões de itens digitalizados, entre livros, textos etc. Outra fonte conhecida é o Projeto Gutenberg, cujo nome homenageia o criador da imprensa. A iniciativa reúne 40 mil livros em formato eletrônico em diversos idiomas.
No Brasil, a Biblioteca Nacional começou a digitalizar seu acervo em 2001. Hoje estão disponíveis em formato eletrônico 6 milhões de páginas. O projeto mais recente da Biblioteca Nacional é a Hemeroteca Digital, que reúne jornais, revistas e periódicos desde 1808, quando a imprensa foi criada no Brasil, até 2010.
O apelo crescente do texto digital, que pode ser visto em qualquer tela, coloca em dúvida qual será o papel da biblioteca tradicional no futuro. O receio é que elas sejam abandonadas em troca da conveniência das versões digitais.
Há, no entanto, visões mais otimistas desse fenômeno, pelas quais as coleções digitais são consideradas uma extensão e não um substituto dos acervos físicos. "A biblioteca tradicional ganha visibilidade com a digitalização", diz Angela Bittencourt, coordenadora da Biblioteca Nacional Digital. "Uma pessoa que mora longe pode acessar o acervo a qualquer momento."
Há um antagonismo característico no conceito de biblioteca, que tem de cumprir a função de preservar uma obra e, ao mesmo tempo, colocá-la nas mãos dos leitores. O dilema é que quanto mais a obra é manuseada, mais difícil fica conservá-la, diz Angela. A digitalização ajuda a resolver esse problema ao manter a integridade da obra física - em especial livros raros - sem restringir o acesso do público.
Como toda técnica, no entanto, a digitalização também tem limites. Os direitos autorais são um dos principais fatores que restringem o processo. As bibliotecas podem até digitalizar seus acervos integralmente, mas só podem dar acesso eletrônico aos livros de domínio público ou obras das quais tenham obtido permissão prévia dos autores.
A questão dos direitos autorais levantou uma onda de críticas ao Google, anos atrás, quando a empresa iniciou uma campanha maciça para obter a aprovação de autores ao redor do mundo para digitalizar seus livros. O receio era que a companhia passasse a exercer uma importância exagerada no universo literário.
Uma alternativa para evitar esse tipo de problema, usada atualmente pelo Google Books Library Project, é dar acesso parcial a obras protegidas por direitos autorais.
A digitalização ajudou a reavivar até a Biblioteca de Alexandria, a mais célebre coleção de livros da história. Não se tem certeza de quando a biblioteca foi destruída, mas uma das teses é que navios incendiados da frota de Júlio Cesar atingiram o prédio acidentalmente. A rainha Cleópatra, que teria chorado ao ver a coleção em chamas, provavelmente aprovaria a nova versão digital, menos vulnerável a incêndios.
Valor, 18.9.2012, Caderno Cultura
http://www.valor.com.br/cultura/2832824/biblioteca-fica-ao-alcance-de-um-clique
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
I Congresso de Arquivo, Biblioteca e Museu: entremeios da informação
Postado por crb8saopaulo às 13:41 0 comentários
Material da palestra da Biblioteca Pública de Biberach na Alemanha já está disponível
Apresentação do bibliotecário Frank Raumel disponível em http://www.crb8.org.br/
Fotos disponíveis em http://picasaweb.google.com/114624781423665667523
Postado por crb8saopaulo às 11:28 0 comentários
Curso gratuito: Advogando pela biblioteca dia 20 setembro na BSP
Postado por crb8saopaulo às 10:55 0 comentários
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Participe do Prêmio Laura Russo 2013!
O tema do XI Prêmio de Biblioteconomia Paulista Laura Russo será: "Bibliotecas e centros de informação no século XXI: novos leitores, novas práticas, novos desafios". As inscrições podem ser feitas de 6 de setembro a 30 de outubro somente por e-mail.
Leia a íntegra do regulamento em
http://www.crb8.org.br/UserFiles/File/RegulamentoPremio2013.pdf
Postado por crb8saopaulo às 11:35 0 comentários
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Bibliotecário Tiago Rodrigo Marçal Murakami ministra palestra dia 25 setembro na FAINC
Postado por crb8saopaulo às 12:38 0 comentários


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