sexta-feira, 27 de junho de 2014
Roda de Conversa com Andre Vieira de Freitas Araujo - Documentos para uma experiência sensível: as coleções e suas possibilidades
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terça-feira, 24 de junho de 2014
Fique em dia com o seu Conselho - Campanha de Conciliação 2014
O Conselho Federal de Biblioteconomia lançou a Campanha de Conciliação 2014 para pagamento dos débitos anteriores ao exercício de 2014, conforme Resolução 146/2014, de 16 de junho de 2014.
Ela estabelece condições especiais para os profissionais, que por ventura estejam em débito junto ao CRB, possam regularizar suas pendências e viabilizar o exercício do dever e do direito de votar e ser votado nas eleições do Sistema CFB/CRB que ocorrerá em novembro de 2014.
Até o final da Campanha, 10 de novembro, os débitos anteriores ao exercício de 2014, atualizados monetariamente, calculados até a data do recolhimento pela variação do INPC/IBGE, acrescidos de multa de 2% (dois por cento) e juros de mora de 1% (um por cento) ao mês poderão ser pagos:
1) Integralmente, com desconto de 100% dos acréscimos;
2) Parceladamente, respeitadas as condições abaixo, e com parcelas no valor mínimo de R$ 70,00 (setenta reais):
a) Em até 6 (seis) vezes, com desconto de 90% dos acréscimos;
b) Em até 12 (doze) vezes, com desconto de 80% dos acréscimos;
c) Em até 18 (dezoito) vezes, com desconto de 70% dos acréscimos;
d) Em até 24 (vinte e quatro) vezes, com desconto de 60% dos acréscimos.
Para obtenção dos benefícios é necessário que o profissional formalize seu pedido junto ao CRB-8, preenchendo o formulário abaixo.
Resolução CFB nº 146/2014: Clique aqui
Requerimento Pessoa Física: Clique aqui
Requerimento Pessoa Jurídica: Clique aqui
O Setor de Cobrança do CRB-8 está à disposição para esclarecimentos adicionais.
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
5º Congresso Internacional CBL do Livro Digital
Conteúdo em Convergência é o tema desta edição do Congresso Internacional CBL do Livro Digital. Neste ano, o evento antecede a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo e acontece dias 21 e 22 de agosto (5ª e 6ª feira) no Auditório Elis Regina, localizado ao lado do Pavilhão do Parque Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209.
Os seguintes temas serão abordados:
21 de agosto
•Burning the Page A revolução dos livros digitais e o conteúdo em convergência.
•Em busca de um modelo de negócios para as livrarias independentes no universo digital.
•EPUB 3 e a revolução da Acessibilidade no mercado.
•Convergência entre mídias digitais e físicas nas bibliotecas.
22 de agosto
•Apresentação do Trabalho Científico Vencedor
•Compartilhando experiências sobre o universo do livro.
•Encerramento | Comissão do livro digital.
Apresentação dos Trabalhos Científicos
•21 de agosto, das 14h às 17h
•Local: Hotel Holiday Inn – Sala Jacarandá Paulista
Apresentação dos Cases
•26, 27 e 28 de agosto – das 16h30 às 20h30
•Local: Auditório da Escola do Livro
Mais informações e inscrições: http://www.congressodolivrodigital.com.br/
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terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Livro INTRODUÇÃO À TEORIA GERAL DA BIBLIOTECONOMIA
por Ronaldo Vieira
O conteúdo deste livro contempla não apenas os temas de caráter técnico, mas também aqueles que tratam de questões humanísticas da profissão, como competências profissionais exigidas no exercício da profissão.
A apresentação dos assuntos de forma simples, organizada e abrangente certamente atenderá às necessidades informacionais de consulta rápida, como uma "obra de referência", para os futuros e novos profissionais da informação, tendo por base uma vasta e respeitada bibliografia.
Esta obra de Ronaldo Vieira é o que podemos classificar como um agradável e competente voo panorâmico sobre a biblioteconomia.
Disponível no site: http://www.editorainterciencia.com.br
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terça-feira, 10 de junho de 2014
CALENDÁRIO DE FUNCIONAMENTO DURANTE A COPA DO MUNDO 2014
Postado por crb8saopaulo às 12:58 0 comentários
Só 12,4% das escolas de SP têm bibliotecas
Alunos se queixam de falta de espaço para leitura; 30% abrigam laboratórios
Victor Vieira
O Estado de S. Paulo, 9.6.2014, Caderno Metrópole, p. A-18
Só 12,4% das escolas públicas da cidade de São Paulo, de ensino fundamental e médio nas redes municipal e estadual, têm bibliotecas. De cada dez colégios, apenas três abrigam laboratórios de ciências. Os dados revelam a falta de equipamentos na rede pública, mesmo na capital mais rica do País. Os governos municipal e estadual dizem que há esforços para melhorar a estrutura.
Os números, do Censo Escolar 2013, foram compilados pelo portal QEdu, de informações educacionais, a pedido do Estado. Se for colocada na conta a educação infantil, a proporção de escolas públicas paulistanas com biblioteca recua para 9,9%. A média nacional é de 28,9% dos colégios públicos com equipamentos em todas as fases de ensino.
As redes, porém, precisam correr: uma lei federal, de 2010, obriga a instalação de biblioteca nas escolas até 2020, com ao menos um livro por aluno matriculado. As secretarias argumentam que a oferta de leitura não se limita às bibliotecas.
É o caso da Escola Estadual Jardim Noronha V, no Jardim Noronha, extremo sul da capital. A unidade não tem biblioteca, mas uma sala de leitura, um espaço com acervo menor e sem bibliotecário. No local, os livros estão desorganizados nas estantes ou guardados, sem uso, dentro de caixas de papelão. Metade do cômodo, separado por uma divisória, ainda serve como sala para uma turma de quase 30 alunos.
O improviso começou em julho do ano passado, quando a escola abrigou os alunos de outra unidade do bairro, que foi fechada por problemas estruturais no prédio.
“Quase nunca vamos para a sala de leitura”, conta a aluna Beatryz Ferreira, de 8 anos, fã de Branca de Neve e Chapeuzinho Vermelho. “Seria legal a gente ler mais histórias”, diz Beatryz, que também gosta de caça-palavras. Como a sala de leitura é pequena, há ainda estantes em corredores e livros espalhados nos escaninhos. É difícil encontrar o título preferido, mesmo que esteja no acervo.
Segundo professores e alunos, a maioria dos trabalhos de leitura é feita dentro da classe. Não há programação fixa ou responsável direto pela sala de leitura, que recebe outras atividades, como aulas de reforço. “A Beatryz até acompanha o que a professora passa, mas acho que poderia desenvolver mais com boa estrutura”, avalia a copeira Lúcia Ferreira, mãe da aluna.
A Secretaria Estadual da Educação (SEE) informou que a Escola Jardim Noronha V precisou readaptar seus espaços por receber alunos da outra escola, que foi demolida. A pasta não disse se há prazo de realocação ou previsão de reforma.
A secretaria informou que 100% da rede tem acervo de livros e revistas, disponíveis para os alunos nas salas de aula, e projetos de leitura. Não informou, porém, sobre planos de construção de bibliotecas. A pasta lembrou que não há lei que exija a presença de laboratórios de ciências e que são distribuídos kits para atividades.
Ciência nas mãos. Entre as aulas teóricas de ciências e os experimentos, Vinícius Alcântara, de14 anos, prefere a segunda opção. “É bem mais legal para ver o conteúdo de perto e tirar dúvidas. Acho que a gente até acredita mais nas matérias difíceis que o professor fala”, diz. O número de práticas na sua turma, entretanto, é reduzido.
O jovem estuda na Escola Municipal Palimércio Rezende, no Campo Limpo, zona sul da capital. O colégio até tinha um laboratório de ciências, mas foi fechado há 15 anos.
Por segurança, atualmente os professores fazem experimentos na classe. São permitidos só os mais simples, sem uso de fogo ou reagentes químicos. Para a feira de ciências, também são usados materiais recicláveis de custo menor, ou outros comprados pelos próprios professores.
Outra dificuldade é em relação aos livros. A sala de leitura tem atividades e programação, além de dois professores responsáveis. Mas, por falta de espaço, algumas obras ficam empilhadas em outros cômodos e não há bibliotecário. Como o acervo não é grande, o empréstimo de obras é restrito. “Às vezes não dá para levar o livro para casa”, conta Vinícius.
A Secretaria Municipal de Educação (SME) disse que o acervo da escola atende à demanda. Segundo a pasta, há salas de leitura em quase toda a rede, além de programas de leitura, e os Centros Educacionais Unificados (CEIs) têm 45 bibliotecas. A pasta também destacou que práticas de ciências são feitas de acordo com as condições, mesmo sem laboratórios.
Repasse pode melhorar ensino
Para Joaquim Soares Neto, professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em infraestrutura escolar, as redes públicas de ensino precisam planejar o uso dos equipamentos. Uma aposta para melhorar salas de leitura e laboratórios é o aumento do repasse de verbas federais aos Estados e municípios, previsto no Plano Nacional de Educação aprovado no Congresso na semana passada. “Além dos gastos com as instalações, existem custos para manter os equipamentos. Isso torna a questão mais cara”, diz. / V.V.
Raio X
24% é a média de escolas, públicas e privadas, com bibliotecas no Estado de São Paulo, contando todas as etapas de ensino. Fica atrás da média nacional, de 35%. Já os laboratórios de ciências estão presentes em 16,3% das escolas paulistas. A média nacional é de 10,9%.
Fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,so-12-4-das-escolas-de-sp-tem-bibliotecas-imp-,1507955
Postado por crb8saopaulo às 05:37 0 comentários






