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sexta-feira, 13 de maio de 2011

"Para cada escola, uma biblioteca"

A repórter Izabel Leão, do Jornal da USP, escreveu matéria intitulada sobre o documento "Os Parâmetros para o Aprendiz do Séc. 21" traduzido pela coordenadora da Comissão de Educação do CRB-8, Rosana Telles CRB-8/2235. Também entrevistou Elisabeth Adriana Dudziak CRB-8/4396, diretora da Divisão de Desenvolvimento e Inovação do Sibi da USP, para quem "a biblioteca deve ser um centro de aprendizagem, convivência e expressão"; e ainda o prof. Plinio Martins Filho, diretor da Editora da USP, segundo o qual "a biblioteca deve ser um lugar acessível a todos e que funcione dia e noite, inclusive no final de semana, se queremos um país com muitos leitores".
Leia na íntegra

quarta-feira, 20 de abril de 2011

COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS AO APRENDIZ DO SÉCULO 21

Para que possamos compreender quem é o aprendiz deste século, o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo – 8ª. Região (CRB/8) acaba de traduzir para a língua portuguesa o documento “Standards for the 21st Century Learner” ou “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, elaborado pela American Association of School Librarians – AASL (Associação Americana de Bibliotecários Escolares), e publicado pela American Library Association – ALA (Associação Americana de Bibliotecas).

O documento, de oito páginas, define as competências informacionais indispensáveis ao aprendiz do nosso século, propõe a transformação da aprendizagem passiva para a ativa, e estabelece que é na biblioteca da escola – lugar no qual se oferece acesso democrático aos recursos e ferramentas necessários para a aprendizagem – onde se aprender a lidar adequadamente com a informação, matéria-prima para a criação de novos conhecimentos. Portanto, a biblioteca, reconhecida tradicionalmente como espaço da leitura por excelência, precisa ir além de ações de mero incentivo à leitura para desempenhar plenamente sua função.

De acordo com os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, a noção de capacitação informacional evoluiu da simples definição “uso de fontes de referência para localizar informação”. Além disso, competências múltiplas, inclusive a digital, a visual, a textual e a tecnológica tornaram-se cruciais para o aprendiz. Sendo assim, o conceito atual de capacitação informacional abrange o conjunto de competências necessárias para acessar, interpretar, selecionar e utilizar a informação de forma ética e criativa; tais competências darão ao estudante condição de engajamento num processo contínuo de aprendizagem (aprender por toda a vida) e de enfrentar novas situações e desafios no mundo em que vivemos, de mudanças tão rápidas e impactantes.

Aprender a aprender
A rapidez e o volume com que as informações são geradas hoje são responsáveis pela obsolescência contínua do conhecimento e, portanto, dos conteúdos curriculares. O estudante precisa ser motivado a aprender a aprender, a ser capaz de avaliar o seu próprio desempenho e a adquirir as competências que possibilitarão a autonomia informacional necessária para ser bem sucedido em sua vida pessoal, social e profissional. O aprendiz do século 21 (ou “nativo digital”) precisa saber:

 reconhecer quando a informação é necessária e ser capaz de localizá-la, avaliá-la, transformá-la e compartilhá-la;
 ler, raciocinar e escrever com precisão e clareza, interagindo com outros, desenvolvendo e comunicando ideias e informação;
 realizar pesquisa séria e responsável sobre perguntas de relevância, escolhas e assuntos de sua época;
 investigar, pensar criticamente e adquirir conhecimento;
 tirar conclusões, tomar decisões embasadas, aplicar o conhecimento adquirido a novas situações e gerar novos conhecimentos;
 compartilhar conhecimento e atuar de modo ético e produtivo;
 buscar aprimoramento pessoal e estético.

Neste novo modelo de aprendizagem, segundo Rosana Telles, coordenadora da Comissão de Educação do CRB-8 e tradutora do documento, “caberá ao bibliotecário assumir seu papel de educador e, em parceria com os professores, desenvolver programas específicos de pesquisa, liderando o processo de ensino-aprendizagem de competências informacionais no âmbito da escola”. Na opinião de Lúcia Paranhos, membro da Comissão de Educação do CRB-8 e responsável pela revisão do documento, “sob a direção de um bibliotecário graduado e atualizado, a biblioteca escolar deve atuar como agência educadora integrada ao programa pedagógico da instituição de ensino, contribuindo para a formação global do estudante como cidadão do mundo”.
Anexo documento “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”.

Mais subsídios no filme "Visions" – Visões:
http://www.youtube.com/watch?v=G9V4NS1DGZE



Sobre o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo
O Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região tem por objetivos básicos fiscalizar o exercício da profissão de bibliotecário e contribuir para o aprimoramento da área e de seus profissionais. A profissão de bibliotecário foi regulamentada em 30 de junho de 1962, com a publicação da Lei 4084.
A categoria comemora a Lei 12.244, de 24 de maio de 2010, a qual estabelece a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do Brasil: até o ano de 2020, toda escola brasileira deverá ter uma biblioteca e toda biblioteca escolar, um bibliotecário.
http://www.crb8.org.br/

Assessoria de Imprensa
Cristina Thimm Mirara (Mtb. 18.176)
Celular: (11) 7553-2313
E-mail: cristina@arbeitcomunicacao.com.br

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Quem é o aprendiz do século 21 e quais competências lhe são exigidas?

Para que possamos compreender quem é o aprendiz deste século, o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8) acaba de traduzir para a língua portuguesa o documento “Standards for the 21st – Century Learner” ou “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, elaborado pela American Association of School Librarians – AASL (Associação Americana de Bibliotecários Escolares), e publicado pela American Library Associarion – ALA (Associação Americana de Bibliotecas).
O documento, de oito páginas, define as competências informacionais indispensáveis ao aprendiz do nosso século, propõe a transformação da aprendizagem passiva para a ativa, e estabelece que é na biblioteca da escola – por oferecer acesso democrático aos recursos e ferramentas necessários para a aprendizagem –, onde podemos aprender a lidar melhor com a informação: matéria-prima para a criação de novos conhecimentos. Por outro lado, tradicionalmente reconhecida como o espaço da leitura por excelência, a biblioteca precisa ir além de ações meramente de incentivo à leitura para desempenhar plenamente sua função.
De acordo com os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, a noção de capacitação informacional evoluiu da simples definição “uso de fontes de referência para localizar informação”. Competências múltiplas, inclusive a digital, a visual, a textual e a tecnológica somaram-se à capacitação informacional como cruciais para o aprendiz do nosso século.
Capacitação informacional é o conjunto de competências necessárias para acessar, interpretar, selecionar e utilizar a informação de forma ética e criativa. É o que dará condição ao estudante de aprender ao longo da vida e de enfrentar novas situações e desafios num mundo de mudanças tão rápidas e impactantes como o atual.
Aprender a aprender
A rapidez e o volume com que as informações são geradas hoje são responsáveis pela rápida obsolescência do conhecimento e, portanto, dos conteúdos curriculares. O estudante precisa ser motivado a se envolver num processo de aprendizagem continuada, ou seja, a aprender a aprender, ser capaz de avaliar o seu próprio desempenho e adquirir as competências que possibilitarão a autonomia informacional necessária para ser bem sucedido em sua vida pessoal, social e profissional. O aprendiz do século 21 ou “nativo digital” precisa saber:
Reconhecer quando a informação é necessária e ser capaz de localizá-la, avaliá-la, transformá-la e compartilhá-la; ler, raciocinar e escrever com precisão e clareza, interagindo com outros, desenvolvendo e comunicando ideias e informação; realizar pesquisa séria e responsável sobre perguntas de relevância, escolhas e assuntos de sua época; investigar, pensar criticamente e adquirir conhecimento; tirar conclusões, tomar decisões embasadas, aplicar o conhecimento adquirido a novas situações e gerar novos conhecimentos; compartilhar conhecimento e atuar de modo ético e produtivo; buscar aprimoramento pessoal e estético.
Neste novo modelo de aprendizagem, segundo Rosana Telles, coordenadora da Comissão de Educação do CRB-8 e tradutora do documento, “caberá ao bibliotecário assumir seu papel de educador e, em parceria com os professores, desenvolver programas específicos de pesquisa, liderando o processo de ensino-aprendizagem de competências informacionais no âmbito da escola”. Na opinião de Lúcia Paranhos, membro da Comissão de Educação do CRB-8 e responsável pela revisão do documento, “sob a direção de um bibliotecário graduado e atualizado, a biblioteca escolar deve atuar como agência educadora integrada ao programa pedagógico da instituição de ensino, contribuindo para a formação global do estudante como cidadão do mundo”.
Anexo documento “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”.

Mais subsídios no filme "Visions" – Visões:
http://www.youtube.com/watch?v=G9V4NS1DGZE
Assessoria de Imprensa
Cristina Thimm Mirara (Mtb. 18.176)
Celular: (11) 7553-2313
E-mail: cristina@arbeitcomunicacao.com.br

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Parâmetros para o Aprendiz do Século 21


Há vários meses, a Comissão de Educação do CRB/8 vem trabalhando nos trâmites legais necessários para conseguir obter permissão para a tradução do importante documento “Standards for the 21-st Century Learner”, elaborado pela American Association of School Libraries – AASL[1] e publicado pela American Library Association- ALA[2] para o português.

Com imensa satisfação, anunciamos que os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, com tradução de Rosana F. Telles e revisão de Lúcia Paranhos, documento de importância crucial para o embasamento de programas de ensino-aprendizagem de competências informacionais, já está disponível aqui.

Esperamos que o trabalho sirva de inspiração e incentivo a todos os interessados em aderir ao novo modelo de biblioteca escolar, com foco voltado para a criação de programas de capacitação informacional que preparem nossos alunos a acessar, avaliar e fazer uso crítico, ético e criativo da informação.

[1] Associação Americana de Bibliotecas Escolares

[2] Associação das Bibliotecas Americanas