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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O respeito às bibliotecas

O estímulo para o desenvolvimento do hábito da leitura é, com ênfase, uma tarefa de base familiar. É um forte apoio que os pais podem dar ao trabalho realizado no recinto das Escolas
João Dias de Souza Filho
Vamos enfatizar, nesta oportunidade, uma vez mais, tema que sempre merece o nosso apreço e consideração: as bibliotecas, destacando, o respeito que lhes é devido, como pontos de partida e decidida promoção cultural. Sorocaba, nesse particular, tem boas bibliotecas comunitárias. Estas merecem, sempre, o apoio das pessoas que amam os livros e que, encontram neles, a perenidade da sabedoria. Dentro desta perspectiva, há que se enfatizar e até mesmo reverenciar, de maneira muito particular, o Gabinete de Leitura Sorocabano, não só por seu respeitável acervo, como e também, pela sua longevidade. Ressalte-se, sempre, a sua perenidade e a dedicação de quantos o fundaram, dirigiram e todos os que trabalharam em seu recinto ao longo dos anos.
Enfatiza-se, por outro lado, as bibliotecas de nossas Faculdades e das Escolas de todos os níveis, encontradas na amplitude da cidade. Elas constituem-se em verdadeiras fontes de conhecimento e, devem, sempre, terem suas visitas estimuladas. Esse estímulo se consta na preocupação didática dos professores, deve (ou deveria) ser incentivada pelas famílias. Também. O estímulo para o desenvolvimento do hábito da leitura é, com ênfase, uma tarefa de base familiar. É um forte apoio que os pais podem dar ao trabalho realizado no recinto das Escolas. Sem essa participação, tudo fica mais difícil. Esta possibilita a amplitude do conhecimento, indo além da jornada escolar, em si mesmo. Hoje, este tema com devida reserva, concorre com outras atrações que atraem os jovens. É preciso que uma dosagem estimulada pelos pais enseje reunir o útil ao agradável. A perspectiva conta com dois fatores de comunicação: Rádio e, sobretudo, Televisão. 
Nesse contexto, a Biblioteca - ainda que a afirmação possa parecer como pleonástica - é um notável centro de cultura, necessário e absolutamente indispensável, à formação intelectual de quantos a frequentam. Trata-se de uma fonte de conhecimento necessária, ao aprimoramento cultural. 
Nessa perspectiva sociocultural, cabe à Família um papel muito importante e decisivo. Esta não pode apenas ficar esperando da Escola. Não pode e não deve ser ou ficar alheia. Tem que participar, na melhor acepção e amplitude do tema. E, em sendo o caso, estar presente em Associações de Pais e Mestres ou iniciativas equivalentes.

Entrementes, a leitura é de ser estimulada de toda forma, destacando-se a questão da valorização e o respeito às bibliotecas, sejam estas as escolares ou, aquelas que pertençam à entidade classista. Entre tantas que poderíamos citar e destacar - e, todas merecem nossa consideração e respeito - lembramos a Biblioteca Infantil, que funciona na Rua da Penha, detentora de bom acervo e de pessoal capacitado, para o bom e atencioso atendimento ao público, que ali acorre. Nesse local, ocorrem, também, eventos de natureza artístico-cultural. É um valioso incentivo para quem gosta de música e do canto, também. Um bom espaço, sem sobra de dúvida.

Outra referência, digna de registro. É a Biblioteca Pública Municipal, que funciona na proximidade do Paço Municipal, disponível para o público. Tem um acervo de excelente nível e conta com pessoal capacitado, que enseja bom atendimento. Suas dependências são muito boas e altamente funcionais. Contam com uma excelente infra-estrutura física, também. No contexto do Poder Público, em manter esse serviço cultural, é muito importante, também, que o público que o freqüenta, igualmente, dê a sua colaboração. Colabore com sua estrutura administrativa e, com respeito, muito grande, com seu patrimônio, pelo que ele representa para a coletividade.

A esse serviço cultural que é disponibilizado pelo Poder Público e, também, eventualmente pela iniciativa particular, é necessária a conscientização dos freqüentadores desses mesmos serviços. É de se enfatizar que de um modo geral, muitas entidades socioculturais, também oferecem esses serviços, com regular frequência e continuado interesse. Esses serviços datam de muito tempo. As entidades não só beneficentes, mas também, com preocupações de ordem cultural, imprimiram a seus serviços, as bibliotecas. Hoje tudo está mudado ou em dinâmica diferente ou, ainda, até mesmo em fase de transição, inclusive, com outras formas e perspectivas de serviços de bibliotecas. Estas, mesmo em entidades classistas, nem sempre têm a frequência que deveriam ter.

O que é necessário, neste caso, é que se estimule a frequência aos locais destinados à leitura e empréstimos de livros. Certamente, o Poder Público já exercita essa preocupação e, de toda maneira, sempre devemos estimular e aplaudir essa iniciativa. É uma tecla de fundamentação social. Ao lado das iniciativas oficiais, as entidades, devem continuar a estimular estes eventos. Sempre dignos de apoio do Poder Público e da iniciativa particular. A chegada do final do ano propicia reflexão em torno do tema.
Publicado originalmente no Jornal Cruzeiro do Sul

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Biblioteca Infantil de Sorocaba completa 25 anos de existência


Agência BOM DIA
O prédio imponente da Biblioteca Infantil de Sorocaba, com arquitetura do século XIX, remete a uma época que atualmente só é encontrada nos livros, nas páginas de obras de escritores famosos que ajudaram a construir a cidade. E o homem que dá nome ao local foi um dos pioneiros da literatura infantil no país: o sorocabano Renato Sêneca Fleury. E, nem de longe, ele imaginava que um dia seu livro – publicado em 1930 – ganharia lugar de destaque na biblioteca. A obra de Fleury fica na sala das obras raras, um lugar especial onde estão só as preciosidades do acervo. As informações são da TV TEM.

Andar no meio das prateleiras é como fazer um passeio, uma viagem cheia de riqueza, informação e histórias que encantam. O acervo tem mais de 32 mil livros e quem visita a biblioteca tem uma aula de cultura e muito, mas muito conhecimento. É nas páginas dos livros que muito estudantes descobrem grandes histórias. É o caso de Mônica, de 20 anos, que frequenta a biblioteca infantil municipal desde quando era criança, e foi lá que ela aprendeu a gostar de ler.

O livro mais antigo da biblioteca é um dicionário de medicina popular escrito em 1851, que ainda pode ser consultado. Historinhas para as crianças não faltam. A gibiteca tem mais de seis mil gibis, mas quem visita a biblioteca não fica só de olho nos livros. Conhece também um pouco do que foi a literatura no passado. E além dos livros tem música também. O arquivo tem mais de 19 mil discos, que podem ser ouvidos em uma vitrola de 1929."
Publicado originalmente http://www.redebomdia.com.br/noticias/viva/64375/biblioteca+infantil+completa+25+anos+de+existencia

quarta-feira, 2 de março de 2011

Prima Informática promove Road Show SophiA em Sorocaba

Primeiro evento itinerante do ano reunirá usuários do software e profissionais da área de biblioteconomia.

Destinado ao público de biblioteconomia e áreas afins, o evento que acontecerá no dia 31 de março em Sorocaba, permitirá ao participante ter acesso a um conteúdo de qualidade e direcionado à sua área de atuação.

Com foco na construção de bibliotecas digitais, o Road Show Sophia Sorocaba contará com a palestra “Biblioteca Digital”, ministrada pela bibliotecária Liliana Giusti Serra, na qual serão apresentados conceitos, ações e ferramentas utilizadas para a construção deste tipo específico de biblioteca, além de orientações sobre sua implantação e apresentação dos seus benefícios.

Os interessados em participar devem se cadastrar no site www.sophia.com.br/sorocababiblioteca. Ao final das atividades todos participantes receberão certificado. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

Para saber mais sobre a promotora do evento, acesse www.primasoft.com.br.

Programação Road Show SophiA Biblioteca - Sorocaba
08h30 – Credenciamento
09h00 – Abertura
09h10 – Palestra “Biblioteca Digital” – Parte 1 (por Liliana G. Serra)
10h30 – Coffee break
11h00 – Palestra “Biblioteca Digital” – Parte 2 (por Liliana G. Serra)
12h00 – Encerramento


˃ Sobre a Palestrante
Formada em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e com especialização em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela mesma instituição, Liliana Giusti Serra é uma profissional com mais de 20 anos de experiência nas áreas de gestão de acervos documentais, musicais e fotográficos, estruturação de banco de dados, padronização de registros, especificação de metadados, digitalização de documentos, gerenciamento de documentação eletrônica, arquitetura da informação em projetos web e bibliotecas digitais. Formação em planejamento e soluções em digitalização em:
- ECM (Enterprise Content Management) Practitioner, reconhecida pela AIIM (Association for Information and Image Management);
- CDIA (Certified Document Imaging Architect) reconhecida pela CompTIA (Computing Technology Industry Association).
Profissional da Informação da empresa Prima Informática e professora de Representação Descritiva do Centro Universitário Assunção (UNIFAI).


SERVIÇO


Informações à Imprensa
Prima Informática
Débora Bianco
Assessoria de Imprensa e Eventos Corporativos
imprensa@primasoft.com.br(12) 2136-7200

quinta-feira, 27 de maio de 2010

4 cidades da região de Marilia não têm nenhuma biblioteca pública

Nesses municípios as bibliotecas foram extintas, fechadas ou nunca existiram!

Felipe Barduchi/Agência BOM DIA

Queiroz, Lupércio, Ipaussu e Óleo não possuem ao menos uma biblioteca pública municipal aberta à comunidade. É o que revela o primeiro censo de bibliotecas públicas municipais realizado pelo MinC ( Ministério da Cultura) nos 5,5 mil municípios do país.

As quatro cidades da região administrativa de Marília estão entre as 420 do Brasil em situação similar. Segundo o levantamento, nesses municípios as bibliotecas foram extintas, fechadas ou nunca existiram.

As prefeituras desses municípios alegam haver unidades em suas cidades, porém apontam uma série de dificuldades para manter os espaços abertos à comunidade. Entre eles está a falta de recursos financeiros, funcionários ou até mesmo a falta de espaço.

A prefeitura de Lupércio informou que está pleiteando recursos junto ao Governo Federal para reabertura da unidade, fechada desde 2008. Já a prefeitura de Óleo informou que a biblioteca pública do município - desativada há cerca de 20 anos, foi reativada em abril com a doação de mil exemplares de livros e mobiliário.

Em Ipaussu, a estimativa da prefeitura é reativar a biblioteca no próximo mês em um novo espaço. O município aguarda a chegada de mil exemplares de livros e mobiliário, doados pelo Governo Federal.

Segundo o MinC, o objetivo do censo nacional é subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras.
Publicado originalmente em Rede Bom Dia Sorocaba
http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/19601/4+cidades+da+regiao+nao+tem+nenhuma+biblioteca+publica