Mostrando postagens com marcador censo de bibliotecas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador censo de bibliotecas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alto Tietê tem 6 bibliotecas para atender 1,3 milhão de pessoas

O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais (BPMs), indicou que as cinco principais cidades do Alto Tietê (Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba) contam juntas com seis unidades para atender a um público 1.310.589 milhão de habitantes. A média, no entanto, de locais disponíveis à sociedade local é de 0,6 biblioteca. Ferraz de Vasconcelos é destaque na região. A cidade ocupa o 25º lugar com maior número de instituições por 100 mil habitantes: duas unidades. Já Mogi das Cruzes ocupa o 227º lugar com uma instituição, o que dá uma média de 0,3 biblioteca para atender a cada 100 mil pessoas. O município brasileiro com maior número de bibliotecas é Barueri, em São Paulo. São 4,07 para cada 100 mil habitantes. O estudo, divulgado pelo Ministério da Cultura (MinC) no final de abril, deve servir como base para aperfeiçoar as políticas públicas para o setor.
Conforme apontado no mapeamento, o Estado de São Paulo, em comparação aos demais do Sudeste, possui o menor índice de cidades com bibliotecas (88%). Perdendo assim, para o Espírito Santo, que conta com o maior (97%). Porém, de forma positiva, São Paulo lidera o ranking da quantidade acervos com mais de 10 mil exemplares literários (51%).
Contudo, o item em que o Estado ganha notoriedade nacional é a média de empréstimos por mês: são 702 livros emprestados, enquanto que o índice nacional é de 296 exemplares no mesmo período.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL Também foi contabilizado que a maioria das BPMs oferece alguma atividade cultural (56% delas). Suzano é um dos exemplos, já que em todos os finais de semana são promovidas iniciativas como o Projeto Cine Cultura, exposições etc. No País, os frequentadores das BPMs também procuram ir até os estabelecimentos para fazer pesquisas escolares (65%), pesquisas em geral (26%) e para o lazer (8%). A população paulista é a que mais frequenta estes locais para o lazer (22%).

PESQUISA Para o 1º Censo Nacional das BPMs, foram pesquisados todos os 5.565 municípios brasileiros. Em 4.905 municípios foram realizadas visitas in loco para a investigação sobre a existência e condições de funcionamento de BPMs, no período de setembro a novembro de 2009. Os 660 municípios restantes - identificados sem bibliotecas entre 2007 e 2008 pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e atendidos pelo Programa Mais Cultura com a instalação de BPMs - foram pesquisados por contato telefônico, até janeiro de 2010.

Publicada originalmente no jornal Diario de Suzano em 23/05/2010, edição:8585
http://www.diariodesuzano.com.br/main4/conteudo.php?cod=252123&data=2010-05-23

4 cidades da região de Marilia não têm nenhuma biblioteca pública

Nesses municípios as bibliotecas foram extintas, fechadas ou nunca existiram!

Felipe Barduchi/Agência BOM DIA

Queiroz, Lupércio, Ipaussu e Óleo não possuem ao menos uma biblioteca pública municipal aberta à comunidade. É o que revela o primeiro censo de bibliotecas públicas municipais realizado pelo MinC ( Ministério da Cultura) nos 5,5 mil municípios do país.

As quatro cidades da região administrativa de Marília estão entre as 420 do Brasil em situação similar. Segundo o levantamento, nesses municípios as bibliotecas foram extintas, fechadas ou nunca existiram.

As prefeituras desses municípios alegam haver unidades em suas cidades, porém apontam uma série de dificuldades para manter os espaços abertos à comunidade. Entre eles está a falta de recursos financeiros, funcionários ou até mesmo a falta de espaço.

A prefeitura de Lupércio informou que está pleiteando recursos junto ao Governo Federal para reabertura da unidade, fechada desde 2008. Já a prefeitura de Óleo informou que a biblioteca pública do município - desativada há cerca de 20 anos, foi reativada em abril com a doação de mil exemplares de livros e mobiliário.

Em Ipaussu, a estimativa da prefeitura é reativar a biblioteca no próximo mês em um novo espaço. O município aguarda a chegada de mil exemplares de livros e mobiliário, doados pelo Governo Federal.

Segundo o MinC, o objetivo do censo nacional é subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras.
Publicado originalmente em Rede Bom Dia Sorocaba
http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/19601/4+cidades+da+regiao+nao+tem+nenhuma+biblioteca+publica

Censo de bibliotecas públicas põe Marília na 176ª colocação

Levantamento do MinC avaliou 263 cidades com mais de 100 mil habitantes
Felipe Barduchi/Agência BOM DIA

Realizado pelo MinC (Ministério da Cultura), o primeiro Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais coloca Marília na 176ª posição em ranking que avaliou 263 municípios com mais de 100 mil habitantes.

Com 225 mil habitantes, Marília possui apenas uma biblioteca pública aberta à comunidade, localizada no Centro. Em primeiro lugar na classificação está Barueri (SP), que, com apenas 45 mil habitantes a mais que Marília, possui 11 bibliotecas públicas municipais. Em último lugar aparece a capital do Ceará, Fortaleza. Com população de 2,5 milhões de habitantes, o município mantém apenas uma biblioteca pública.

Diariamente o estudante Alessandro Ribeiro, 30, morador no São Miguel, vai à Biblioteca Municipal para estudar. “Para mim seria bom que tivesse uma no meu bairro, seria mais prático.”

Segundo a secretária municipal da Cultura, Iara Pauli, há estudos para a implantação de duas novas bibliotecas no município, uma na zona sul e outra na zona norte.

“Mas isso demanda uma série de providências, tais como demanda de funcionários e recursos financeiros. Esse projeto deve ser posto em prática no próximo ano”, disse.

O levantamento feito em âmbito nacional tem por objetivo subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas.

Publicado originalmente em Rede Bom Dia Sorocaba
http://www.bomdiasorocaba.com.br/Noticias/Dia-a-dia/19027/Censo+de+bibliotecas+publicas+poe+Marilia+na+176%26ordf%3B+colocacao

Faltam bibliotecas em Santos, dizem especialistas

Joyce Salles

Santos ocupa o 11º lugar no ranking de cidades brasileiras com o maior números de bibliotecas. A informação é do Ministério da Cultura(Minc). No Estado de São Paulo, Santos aparece em 4°lugar. Mas, para especialistas do setor, as bibliotecas perdem visitantes e estão longe das casas dos leitores.

A cidade possui cinco bibliotecas, localizadas no Centro, Aparecida (Posto 6), Zona Noroeste, Caruara (Área Continental) e Morro do São Bento. O município ainda dispõe de gibiteca, no Boqueirão (Posto 5), e hemeroteca, na Vila Mathias.

A bibliotecária Sueli Aparecida Lopes, responsável pela Biblioteca Municipal Mário Faria, explica que a localização facilita as visitas. “Considero nossa biblioteca bem procurada pelo público, por conta de ser bem localizada (no Posto 6, na orla da praia). Com isso, a procura acaba sendo grande, pois o público que passa em frente está a passeio e, por isso, tem tempo de dar uma olhada e conhecer nossa biblioteca”.

Ela revela considerar baixo o 11° lugar de Santos no ranking de cidades com maior número de bibliotecas. “Acho que nossa cidade deveria ter uma biblioteca municipal em cada bairro. Com isso, com certeza aumentaria o público leitor”.

A chefe de bibliotecas da Orla, Narayana Fida Mamede, disse que a distância atrapalha. “Quanto mais cômodo for para os leitores terem perto de casa uma biblioteca, melhor vai ser a procura. Acho que muitos não vão a biblioteca por ser longe”.

A chefe da Biblioteca Municipal Alberto Souza, Ana Claudia Duarte Rissiotti, lembra que “há mais ou menos 20 anos, a biblioteca era lotada, tinham filas e filas para o atendimento de pessoas. De uns tempos para cá, a procura foi diminuindo, nada de alarmante. Mas depois do surgimento da internet deu uma caída nas pesquisas nos acervos”.

"Há pouco tempo recebi uma mãe que trouxe a filha para conhecer a biblioteca, para a criança dar o valor a leitura e a pesquisas nos livros. Achei muito legal a iniciativa”, recorda.

O aposentado Decio Moraes Bonazzi, de 71 anos, é amante de livros desde seus 12 anos e sempre visita a biblioteca do Posto 6. Ele retira em torno de oito livros por mês. “Conheci essa biblioteca passeando pela praia e resolvi conhecer. Agora ocupo meu tempo lendo muitos livros”.

Ele acredita que a família influencia no hábito de ler. “Acho que ler vem do incentivo dos pais. A criança é curiosa, e se ver que o pai tem o hábito da leitura, a criança acaba adotando este hábito também”. Para o aposentado, “o livro tem o seu valor. Nada como o cheiro, a cara e comodidade de ler deitado na cama”.

Um livro por ano - De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio do Rio de Janeiro , sobre os hábitos de lazer relacionados à cultura, 60% dos brasileiros responderam não ter o hábito da leitura. Em 2007, 31% dos entrevistados leram ao menos um livro por ano. Dois anos depois, o índice caiu para 23%.

Outra pesquisa, feita pelo Instituto Pró-Livro , em 2008, mostra que os brasileiros lêem em média 1,3 livro por ano. O índice é tímido, se comparado a países como Estados Unidos, cuja população lê em média, 11 livros por ano; e a França, sete. Em um ranking de 30 países, o Brasil ocupa a 28º posição. Os argentinos estão dez posições à frente.
Publicado originalmente Unisanta Online em 08/05/2010
http://www.online.unisanta.br/2010/05-08/cultura-1.htm

São Carlos é a 5ª do país com a maior quantidade de bibliotecas por habitante

O Ministério da Cultura divulgou, no último dia 30, o 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais (BPMs) baseado em dados do ano passado. De acordo com o levantamento, São Carlos ficou em quinto lugar no ranking entre os municípios do país com a maior quantidade de bibliotecas por 100 mil habitantes (1,81).
À frente ficaram as cidades de Barueri-SP (4,07), Curitiba-PR (2,97), Santa Rita-PB (2,36) e Rio Grande-RS (2,03). Considerando apenas o Estado de São Paulo, São Carlos foi considerado o 2º município com mais bibliotecas.

O Censo Nacional tem por objetivo subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas em todas as esferas de governo – federal, estadual e municipal – voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras.

O levantamento apontou que em São Carlos há quatro bibliotecas públicas municipais para 220 mil habitantes. A diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas do Município de São Carlos (SIBI), Claudete Cury Sacomano, destacou que no Censo Nacional entraram apenas as bibliotecas públicas municipais Amadeu Amaral, Euclides da Cunha e Espaço Braille, além da distrital de Água Vermelha.

“No entanto, temos também oito bibliotecas nas Escolas do Futuro, que funcionam nas escolas municipais de ensino fundamental e são abertas à comunidade, quatro de apoio instaladas na Fundação Educacional São Carlos, Fundação Pró-Memória, Câmara Municipal e Fazenda Pinhal. Para completar, há um acervo temático de economia solidária”.

No total, são 17 bibliotecas que integram o SIBI, sendo que até o final do ano a Midiateca Municipal e a biblioteca distrital de Santa Eudóxia também serão integradas. “Esse resultado do Censo Nacional reflete um trabalho da Prefeitura que tem sido realizado desde 2005 com a criação do SIBI”, disse Claudete.


Números

As bibliotecas de São Carlos disponibilizam aos moradores um acervo de mais de 143 mil livros, a maior parte está nas unidades Amadeu Amaral, no Centro (37 mil), Escola do Futuro da EMEB Afonso Fioca Vitalli, no Cidade Aracy (12 mil), Escola do Futuro da EMEB Carmine Botta, no Boa Vista (11 mil) e Euclides da Cunha, na Vila Prado (10 mil).

Em 2009, as bibliotecas realizaram mais de 166 mil empréstimos domiciliares de livros. O SIBI possui ainda um Catálogo Online em que os usuários podem pesquisar pela internet, no endereço http://sibi.saocarlos.sp.gov.br, as obras que existem nas bibliotecas e a disponibilidade.

Fonte: saocarlos.sp.gov.br
Publicado originalmente http://www.ofir4news.com.br/rio-claro-sp/rio-claro-sp/55288-sao-carlos-e-a-5o-do-pais-com-a-maior-quantidade-de-bibliotecas-por-habitante

Limeira está em posição nº 154 em ranking de biblioteca pública

As duas bibliotecas públicas municipais existentes em Limeira configuram menos de uma instituição para atender cada 100 mil habitantes, o que deixa a cidade na 115ª posição num ranking de 263 municípios brasileiros, e em terceira entre seis da região. O dado é do 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, divulgado na última semana pelo Ministério da Cultura (MinC).

O estudo, feito entre setembro e novembro de 2009, abrangeu as bibliotecas de todas as cidades do País e mapeou desde hábitos de usuários, como pesquisas escolares, gerais ou visitas a lazer, até a formação de funcionários.
Numa lista com 263 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, a média de 0,71 deixa Limeira na 115ª posição, como 32ª entres as paulistas listadas, considerando duas bibliotecas (municipal e infanto-juvenil). Na região, estão em melhor situação de disponibilidade em relação à população Rio Claro (1,56, em 13º) e Araras (0,87, em 76º). Após Limeira, Santa Bárbara D’Oeste fica em 154º lugar (0,52), Americana em 162º (0,48), e Piracicaba em 226º (0,27).
Segundo dados da Secretaria Municipal da Cultura, durante o ano passado, as bibliotecas de Limeira receberam 127 mil visitas, com 30 mil empréstimos, cerca de 2,5 mil mensais, considerando o fechamento devido à gripe suína e para a reforma, em novembro. A quantidade foi além da média nacional de 296/mês e estadual, 421/mês. A alta pode se explicar por outro fator: a cidade está entre os 25% de instituições nacionais com acervo acima de 10 mil títulos, contabilizando cerca de 30 mil. “Há previsão de novas aquisições, mas, no caso de pesquisa escolar, houve queda na procura, devido à possibilidade de pesquisar em casa, pela internet. Essa tendência ocorre em cidades do porte de Limeira”, declarou o secretário da pasta, Adalberto Mansur.
Para ele, a posição da cidade no ranking e os números do censo configuram um resultado bom. “Resulta de medidas tomadas recentemente, como ampliação do acervo e a informatização no atendimento. É claro que poderia ser melhor e, com esse objetivo, estamos desenvolvendo várias ações”, afirmou.

VERBA E PROJETOS

Além da divulgação do censo, o MinC anunciou o investimento de mais de R$ 30 milhões para bibliotecas públicas brasileiras. O incentivo virá por meio de edital do programa Mais Cultura, com inscrições abertas para projetos dos municípios que podem pleitear verba de R$ 85 mil a R$ 115 mil.
Segundo Mansur, o município avalia a participação no edital. Enquanto isso, está em fase final de orçamento o projeto de uma biblioteca de 4,5 mil metros quadrados na área do Ceprosom, no Parque Cidade. “Prevê internamente algo nos moldes das livrarias modernas, com amplo acesso aos livros e a possibilidade de a pessoa passar o dia no interior da biblioteca, lendo livros e outras publicações”. O projeto destinaria o antigo prédio da biblioteca, hoje em reforma, a outras ações culturais.
Com a reabertura da biblioteca em novo local, o secretário afirma que, além dos 11 funcionários, foi chamado em concurso um bibliotecário, além da futura contratação de especialistas em informática, pedagogia e administração.
Outras iniciativas estão previstas para atrair o público. “Os funcionários, durante o fechamento, desenvolveram um projeto de visitas técnicas, que incluíram até museus. Houve uma troca de experiências nesses lugares”.
A descentralização está em pauta, com a participação das bibliotecas comunitárias, nas quais são conhecidas as demandas para projetos itinerantes ou de apoio.

Publicado originalmente na Gazeta de Limeira em 09/05/2010

Pinda: Bibliotecas do município estão entre as melhores do país

As bibliotecas municipais de Pindamonhangaba estão entre as melhores do Brasil – de acordo com classificação do Ministério da Cultura – divulgada no 1º Censo Nacional das bibliotecas públicas municipais.

As bibliotecas de Pinda já estavam entre as melhores do Estado de São Paulo.

Sobre a classificação
A pesquisa encomendada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliou os 5.565 municípios e Pindamonhangaba aparece na 118º posição.

A pesquisa considerou vários características das bibliotecas, como, tamanho, diversidade e organização do acervo, número de visitantes e de empréstimos de livros, acesso ao local, facilidades para deficientes, equipe de trabalho, infraestrutura do local, dentre outros quesitos.

“Acredito que estarmos entre os 118 primeiros entre mais de cinco mil municípios é uma grande conquista para todos nós. Fico muito feliz com o resultado da pesquisa e isso demonstra o trabalho que o município realiza com educação, sobretudo na área da leitura, e a dedicação dos nossos profissionais, destacou o prefeito João Ribeiro – que parabenizou todas as pessoas envolvidas com as bibliotecas de Pinda.

Para a gerente de bibliotecas, Carmen Lídia Pamplim, a classificação traz alegria e incentiva ainda mais a dedicação dos profissionais:

“Eles estão eufóricos com a posição da cidade porque é um reconhecimento do Ministério da Cultura pelo que realizam. Todos já atuam com muita dedicação no dia-a-dia, mas agora os trabalhos deverão ser ainda mais prazerosos”.

A secretária de Educação e Cultura, Bárbara Zenita França de Macedo, atribuiu a colocação de Pinda aos investimentos realizados no setor, com modernização dos equipamentos e aquisição de novos livros, ao desenvolvimento de vários projetos e ao trabalho dos profissionais. “Temos pessoas empenhadas envolvidas em todas as atividades das bibliotecas e isso reflete na qualidade do atendimento aos leitores”, resumiu.
Publicado originalmente em Agoravale Portal de Noticias de Pindamonhangaba http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=23164&cod=1

Ribeirão é a pior em censo de bibliotecas

Cidade é a última entre os municípios da região com mais de 100 mil habitantes; São Carlos lidera lista

DA FOLHA RIBEIRÃO

O Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, produzido pelo MinC (Ministério da Cultura), colocou Ribeirão Preto em 246º lugar no ranking das 263 cidades com mais de 100 mil habitantes do país.
A cidade tem apenas uma biblioteca pública municipal e foi a pior da região no ranking do MinC. O estudo também mostrou os municípios onde não há nenhuma biblioteca municipal -são sete na região.
A secretária da Cultura de Ribeirão, Adriana Silva, disse que mais importante do que aumentar o número de bibliotecas municipais é qualificar a que já existe na cidade.
Para isso, a secretária disse que busca verba de R$ 8 milhões no BNDES para passar a biblioteca Guilherme de Almeida, que hoje fica no prédio da secretaria e tem 13 mil exemplares, para o prédio da antiga Cianê, ampliando o acervo para 100 mil livros.
"Não tenho nenhum orgulho da nossa atual biblioteca, ainda mais numa cidade que tem uma Feira do Livro do tamanho da nossa. Mas acredito que qualificando a Guilherme de Almeida poderemos dar o respaldo necessário para o município, juntamente com os pontos de leitura já existentes", disse.
Além da Guilherme de Almeida, Ribeirão tem outras bibliotecas privadas, mas de acesso público. Entre as principais estão a Altino Arantes e a Padre Euclides, que comemora 107 anos de existência em 2010 e reinaugurou ontem seu auditório principal.
Na região, a cidade mais bem colocada foi São Carlos, com quatro bibliotecas - ficou em quinto na lista nacional.
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Carlos, ainda há outras 14 bibliotecas espalhadas em escolas e pontos de leitura.
As bibliotecas contam com um sistema integrado, o que, para a prefeitura, é o grande trunfo. O sistema permite que, sem sair de casa, os usuários procurem um livro e descubram em qual unidade está.
Todo o acervo público das bibliotecas municipais de São Carlos também está disponível em um catálogo on-line, que pode ser consultado por meio do site da prefeitura.

Publicado originalmente em 04/05/2010 no jornal Folha Ribeirão

Para criar uma cidade de leitores

Jean Oliveira
Araçatuba - "Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem." Esta frase, atribuída ao poeta, tradutor e jornalista brasileiro Mário Quintana (1906-1994), expressa o que muitos educadores e pensadores preconizam sobre os livros e outros materiais impressos, como os jornais. Uma das formas criadas pela sociedade moderna para democratizar o acesso a essas obras foram as bibliotecas públicas.

O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, encomendado à FGV (Fundação Getúlio Vargas), mostra que, em 2009, 79% dos municípios brasileiros possuíam ao menos uma biblioteca aberta, o que corresponde a 4.763 bibliotecas em 4.413 municípios. O estado de São Paulo lidera o ranking regional e nacional em bibliotecas com acervo superior a 10 mil livros (51%). Dos 645 municípios do Estado, no entanto, 51 não têm centros gratuitos de leitura.

Na região, as maiores cidades possuem pelo menos um espaço público de empréstimo de livro.

Em Araçatuba, há a Biblioteca Municipal Rubens do Amaral, que fica na rua Armando Salles de Oliveira, s/n.

Seu funcionamento é de segunda a sexta, das 9h às 17h. Ela possui cerca de 62 mil títulos, sendo que 20 mil são de literatura infantil e o restante, coleções de livros didáticos, literários, enciclopédias e dicionários.

MELHORIAS
O secretário da Cultura de Araçatuba, Hélio Consolaro, revela que o município não adquire livros há cerca de 20 anos. O acervo tem sido renovado, segundo ele, por meio de doações.

"Apesar de na etimologia da palavra 'biblioteca' ter o sentido de depósito de livro, na concepção moderna uma biblioteca precisa ter muitos atrativos, ser interativa", afirma o secretário, que anuncia que as primeiras melhorias devem acontecer com uma verba de R$ 250 mil que o deputado estadual Vicente Cândido (PT) destinou, por meio de emenda parlamentar, para este fim.

A Secretaria da Cultura prevê destinação de R$ 80 mil para renovação do acervo e R$ 170 mil para reforma na infraestrutura, como adequação às normas de acessibilidade.

BAIRROS
Apesar de prever este investimento na biblioteca municipal, Araçatuba pode seguir o exemplo de outras cidades brasileiras que criaram programas de descentralização do acesso às obras literárias.

Em Uberlândia (MG), por exemplo, caixas de livros são levadas a lugares de fácil acesso em bairros distantes e também há o "Ônibus Biblioteca", que percorre toda a cidade.
Publicado originalmente no jornal Folha da Região em 26/05/2010
http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?258991

terça-feira, 18 de maio de 2010

Prá morrer de vergonha III

Nove cidades da região não têm biblioteca

Helen Ventura

Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, divulgado ontem pelo Ministério da Cultura, revela que 51 municípios do Estado de São Paulo, dos quais nove na região de Rio Preto não têm biblioteca pública. No Brasil, 420 localidades estão na mesma situação. Os dados se referem ao ano de 2009.

Cada cidade que não conta com biblioteca receberá do Ministério da Cultura kits com acervo formado por dois mil livros, mobiliário e equipamentos, no valor de R$ 50 mil cada. Na região, serão beneficiados Aspásia, Nova Luzitânia, Orindiúva, Palmares Paulista, Pedranópolis, Pontalinda, São João das Duas Pontes, Urânia e Valentin Gentil, que juntos somam, 60 mil habitantes.

Em Orindiúva, por exemplo, a biblioteca foi construída e inaugurada em março do ano passado. Porém, segundo a Prefeitura, não há recursos para a compra dos livros. Em Nova Luzitânia, o espaço que sediava o almoxarifado da Prefeitura está sendo preparado para receber a biblioteca, mas não há previsão para término da obra.

Já em Aspásia, a Prefeitura utiliza o espaço do telecentro comunitário, na área de lazer do município. O prefeito Elias Roz Canos está em busca de recursos para um prédio próprio. Em Palmares Paulista, os alunos e a população fazem consultas nas escolas do município.

O mesmo ocorre em Pedranópolis, São João das Duas Pontes e Valentim Gentil. “Vou assinar convênio na próxima semana para a construção de um centro cultural. Por enquanto, com a chegada dos kits, vamos usar a Casa do Trabalhador”, diz a prefeita de São João das Duas Pontes, Nilza Bozeli Cezare.

Em Pontalinda, segundo o diretor de Divisão de Educação e Cultura Fábio Pagani, a biblioteca, com a chegada dos dois mil livros prometidos pelo Ministério da Cultura, será instalada em uma sala desativada da Prefeitura. A reportagem não conseguiu falar com o prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza.

Parado

Em outros cinco municípios da região, os mil livros distribuídos no final de 2009 estão parados por falta de espaço. As cidades beneficiadas à época foram sete: Ipiguá, Meridiano, Macedônia, Santa Albertina, Guzolândia, Santa Clara d’Oeste e São Francisco. Apenas as últimas duas conseguiram prédio para a instalação das bibliotecas, que começaram a funcionar em dezembro. De acordo com a pedagoga e subcoordenadora do curso de pedagogia da Universidade de Rio Preto (Unirp), Andréia Ferraz, um espaço público com acervo variado de livros incentiva a leitura.

O aposentado Andracy Puya, 74 anos, não se imagina sem uma biblioteca. Todos os dias, durante três horas, ele vai à Biblioteca Municipal de Rio Preto. “Eu leio muito. Não sei como seria não ter esse espaço.” O estudante Andrews Henrique Nascimento, 10, foi ontem pela primeira vez à biblioteca. Acompanhado da mãe, Lucimara de Caires, 37, ele fazia pesquisa para a escola. “Estou gostando. Aqui é bem quieto. Dá para a gente fazer o dever tranquilo.”

São José do Rio Preto, 1 de Maio, 2010 -
Publicado originalmente: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Educacao/8568,,Nove+cidades+da+regiao+nao+tem+biblioteca.aspx

Para aplaudir

Barueri é o 1º no ranking nacional de bibliotecas, aponta Fundação Getúlio Vargas.

Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a pedido do Ministério da Cultura, destacou a cidade de Barueri como o município que tem mais bibliotecas públicas municipais em proporção à população – ou seja, no caso de Barueri, são 11 bibliotecas para 270 mil habitantes. Todas as unidades são mantidas pela Prefeitura de Barueri, através da Secretaria de Cultura e Turismo.

Para se ter uma ideia do significado da colocação barueriense, o 2º lugar, Curitiba (PR), que tem 55 bibliotecas para 1,8 milhão de habitantes. A pior proporção acontece no Amazonas, onde há apenas 24 bibliotecas públicas para mais de 3,3 milhões de habitantes.

Para o secretário de Cultura e Turismo da Prefeitura de Barueri, Getúlio Fogaça de Azevedo, a colocação da cidade num ranking deste grau de confiabilidade (já que a pesquisa foi feita pela FGV) reflete o investimento e trabalho do governo municipal. “A prefeitura prima pelo entusiasmo à leitura, fazendo das bibliotecas verdadeiros centros culturais, dispondo além dos livros, internet pública e os ‘contadores de história’, entre outras atividades”, ressalta.

Segundo a diretora de Bibliotecas da Prefeitura de Barueri, Elizabeth Biondo, este resultado serve de incentivo para atrair mais leitores e para dar continuidade a todas as ações já oferecidas nas bibliotecas municipais. “Bibliotecas sem pessoas são como simples depósitos de livros. Por esta razão é que o objetivo dos nossos trabalhos é sempre atrair o público jovem para frequentar e usar os espaços públicos, para que não se tornem depósitos e sim verdadeiras bibliotecas”, destaca.

As Bibliotecas Municipais de Barueri são, em si mesmas, um espaço aberto de manifestação cultural. Nelas se desenvolvem regularmente diversos projetos dirigidos à comunidade, atendendo as diferentes faixas etárias.

Além do acervo de mais de 216 mil livros das 11 bibliotecas distribuídas no município, oito delas oferecem acessibilidade total e as demais ainda precisam de ajustes para que os cadeirantes possam utilizar o andar superior, no caso elevadores ou rampas.
Publicado originalmente: http://www.baruerinaweb.com.br/index.php/2010/05/13/barueri-e-o-1%C2%BA-no-ranking-nacional-de-bibliotecas-aponta-fundacao-getulio-vargas/

Cidade se destaca em número de bibliotecas no país

Santos ocupa o 11º lugar no ranking dos municípios brasileiros com maior número de bibliotecas (índice de 1,67 para cada grupo de 100 mil habitantes), de acordo com pesquisa feita em 5.565 cidades, divulgada na semana passada pelo Minc (Ministério da Cultura). No Estado, Santos está em 4º lugar. Em âmbito nacional, a classificação santista superou importantes capitais, como São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

No total a cidade tem sete bibliotecas espalhadas pelo Centro Histórico, Aparecida, Zona Noroeste, Caruara (área continental) e Morro do São Bento. Juntas, elas disponibilizam 84.600 exemplares para consultas ou empréstimos. O município ainda dispõe de gibiteca, no Boqueirão, e hemeroteca, na Vila Mathias.

A Biblioteca Municipal Alberto Sousa, no Centro Histórico, mantém a maior quantidade de publicações, com acervo de 32 mil livros. Só em 2009, os visitantes realizaram 4.878 empréstimos. Além disso, diversos projetos e atividades voltadas à literatura são realizados em praças e espaços públicos.

Segundo a pesquisa, existem 4.763 bibliotecas públicas em 4.413 municípios. O levantamento, feito pela Fundação Getulio Vargas, ocorreu entre setembro e novembro do ano passado. O Sul é a região com mais bibliotecas por 100 mil habitantes (4,06), seguida do Centro-Oeste (2,93), Nordeste (2,23), Sudeste (2,12) e Norte (2,01).

O município com maior número de bibliotecas é Barueri (4,07 por 100 mil habitantes), seguido por Curitiba (2,97) e Santa Rita, na Paraíba (2,36).

Extraído de: Prefeitura Municipal de Santos - 04 de Maio de 2010