A colega Sandra postou em uma lista suas angústias que nos pareceram muito importantes e já vividas por muitos de nós. Pedimos licença para colocar aqui suas reflexões. Quem quiser dialogar com ela pode escrever para sandratecaria@yahoo.com.br
" Prezados amigos,
Escrevo para relatar uma situação que acontece aqui no município onde trabalho e gostaria de poder compartilhar idéias com vocês, se possível.
Trabalho há quase 5 anos em uma biblioteca municipal. Há 2 anos o lugar onde ela ficava era pequeno, quente e pouco convidativo, mas temos um acervo muito bom e emprestávamos muitos livros, tínhamos uma frequência numerosa, enfim o trabalho era legal...
Há dois anos a biblioteca ganhou um espaço com o triplo do tamanho, mais arejado, iluminado, com mesas e cadeiras, pufs, 13 computadores, o acervo continua sendo complementado mensalmente e agora inclusive está sendo informatizado com o Sophia, mas aconteceu um fenômeno aqui...
A cidade é pequena, tem 20 mil habitantes, e a qualquer lugar, por mais
longe que seja, se vai com 10, 15 minutos de bicicleta ou uma caminhada
um pouco maior. Aqui nem tem ônibus coletivo... A idéia deles de longe é
muito deturpada, eu que vivi em SP 30 anos, sei de verdade o que é
longe....
Os usuários passaram a reclamar muito afirmando que a biblioteca ficou longe (mudou para uns 300m de distância da antiga) e passaram a frequentar pouco... Percebi também nestes dois últimos anos que os computadores passaram a ser o "centro das atenções" e hoje pouco se empresta livros para pesquisa.
O que continuamos a emprestar são livros infantis, infantojuvenis, bestsellers, enfim... Mas mesmo estes em número reduzido, algo em torno de 700 a 1000 livros por mês.
A biblioteca apesar de bem organizada fica meio solitária, sendo que a confusão maior sempre está em torno dos computadores, sempre sendo usados...
Estou muito apreensiva e pensativa... A secretaria daqui deixa a biblioteca um pouco de lado e às vezes me sinto meio "abandonada", gostaria de estar fazendo um monte de coisas diferentes, mas tudo que vou fazer preciso pedir permissões, autorizações, enfim... tudo muito complicado... Não consigo dialogar, trocar idéias com os responsáveis acima de mim... E também não tenho autonomia...
Percebo que os próprios professores aceitam trabalhos escolares que os alunos "selecionam, copiam, colam e imprimem", eu acho isso um horror, mas quando tento argumentar, mostrar os livros, tão ricos e cheios de informação eles falam que tem "pressa" que não podem ler agora, enfim.... uma tristeza...
Tem dias que fico o tempo todo auxiliando a montar uma planilha, desbloquear computadores, imprimir trabalhos, um verdadeiro horror...
Tenho pensado muito em tentar ir nas escolas, conversar com as crianças, os jovens, mas por outro lado fico pensando: "será que eles se interessariam??" Eu acho que estão tão bitolados a fazer tudo de qualquer jeito, que aceitam, não sei o que se passa na cabeça dos estudantes de hoje.
Às vezes me pego rindo sozinha e penso que apesar dos meus 38 anos, acho que estou ficando "velha" porque por mais que adore os computadores e use há anos, começo a sentir raiva do que está acontecendo aqui por causa deles e acho um absurdo a impressão de que parece que só eu me sinto incomodada com isso, nem pais, nem alunos, nem professores, enfim...
Acho que só eu me preocupo com isso?? Estou ficando doida?? (risos).
Pensei em criar um concurso do tipo: "O usuário que ler mais livros no ano, vai ganhar um notebook de presente no final do ano". Aí me toquei: notebook (risos), vou perder mais um usuário....
Alguém já passou por algo similar a isso, será que sou eu que estou com problemas? Alguém tem alguma indicação de possíveis modelos de projetos, idéias que tragam os usuários para biblioteca, claro, sem ser algo obrigatório ou traumático??
Não sei acho isso tão tão estranho, desde pequena amava tanto ir a biblioteca, ler livros, até hoje amo, não consigo entender a cabeça desses jovens de hoje...
Graças a Deus, minha filha também gosta de ler, gostaria de fazer por todas crianças, jovens e leitores daqui da cidade o mesmo que faço por ela, mas não sei como encontrar o fio da meada...
Se pudermos trocar alguma idéia, ficaria muito feliz!
Agradeço,
Sandra"
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Angústias de bibliotecária
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Bibliotecas de Cubatão recebem mais de 200 novos livros
"Bibliotecas Municipais de Cubatão têm novos livros à espera dos leitores"
"São quase 300 títulos diferentes, com destaque para Literatura Infantil. Os livros foram adquiridos com investimento do Governo Municipal e são, também, fruto de doações.
O tempo em que Biblioteca Municipal era sinônimo apenas de livros de pesquisa já passou. As bibliotecas se modernizaram e é possível encontrar nas prateleiras romances de autores contemporâneos, títulos que muitas vezes figuram no topo da lista dos mais vendidos em livrarias de todo o Brasil. Em Cubatão, essa história não é diferente. E a Biblioteca Central da cidade vai além: está disponibilizando só este mês 279 novos títulos, fruto de investimento do Governo Municipal e de doações recebidas da Secretaria de Cultura do Estado.
Destaque para a renovação do acervo infantil. São 90 livros de escritores importantes como Eva Furnari, Ana Maria Machado, clássicos como "Poemas para crianças" de Fernando Pessoa, "Lili inventa o mundo" de Mário Quintana, "O mistério do coelho pensante" de Clarice Lispector e "Zoo" de Guimarães Rosa. A remessa inclui, ainda, títulos juvenis e adultos de autores de primeira grandeza tais como Moacyr Scliar, Nelson Rodrigues, Nelson Mota, Alice Ruiz (que recentemente esteve na Biblioteca de Cubatão participando do projeto Viagem Literária).
Morgana Monteiro"
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Postado por crb8saopaulo às 05:48 0 comentários
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Biblioteca de São Roque incentiva leitura por meio de contação de histórias
" Além do trabalho pedagógico desenvolvido na rede municipal de ensino de São Roque de incentivo à leitura, a Biblioteca Pública do município, “Prof. Arthur Riedel” também está promovendo atividade nesta área. Na segunda-feira, 9, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, o local teve como atração, contação de histórias. A apresentação foi feita pela Companhia “Ópera na Mala”, do projeto Viagem Literária da Secretaria da Cultura. Os atores, Sergio Serrano e Cris Miguel contaram o espetáculo “Baú de Histórias” que também apresentam na TV Cultura e na TV Rá Tim Bum. Ao todo 551 pessoas entre crianças de 5 a 10 anos de escolas municipais e particulares da cidade, e público em geral, assistiram ao espetáculo.
Utilizando bonecos de várias técnicas e música ao vivo, a dupla de contadores contou de forma dinâmica e bem-humorada o “Baú de Histórias” que retrata de um Rei que quer ouvir histórias e oferece um prêmio para aquele que contar a história mais longa. Dom Quixote e Sancho Pança, o Contador de Histórias, a Princesa e o Lelo do Castelo, Senhor Andino, Professor Nicolau Nicolaievski, entre outros, apresentam suas histórias trazendo um pouco da cultura de várias partes do mundo.
O projeto da Secretaria da Cultura é apresentado por grupo de artistas especializados em contação de histórias e leva contos e cantos para as bibliotecas, proporcionando às crianças uma inesquecível viagem literária e imaginária.
Serrano explica, que é o segundo ano que participam do Viagem Literária e, segundo ele, é um projeto bastante interessante e tem como finalidade mostrar como a biblioteca pode ser divertida e quantas histórias e coisas estão nela. “Só precisa que a gente venha buscar e transformar num lugar atrativo”, acrescentou.
O trabalho visa também, além de estimular e incentivar a leitura às crianças, formar futuramente pessoas mais capacitadas. “Se a gente quiser ter um país com pessoas que sejam mais educadas funcionalmente que pensem, que tenham opinião e histórias para contar, acho que a gente tem de estimular muito a leitura”, enfatizou Serrano.
A chefe da Biblioteca Municipal de São Roque, Ignez de Castro Carvalho, salientou que é importante realizar atividades como estas porque atrai as pessoas a visitarem o espaço e, com isso, incentivar o uso e a prática da leitura. Ela adianta que para este ano, também em parceria com a Secretaria da Cultura, mais três outros eventos estão programados na biblioteca para setembro e outubro com escritores e novembro com oficina literária."
Publicado originalmente: http://www.guiasaoroque.com.br/noticia/noticia.asp?id=3053
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Pinda realiza diversas atrações nas bibliotecas municipais e no Bosque
" A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio das Secretarias de Educação e Esporte, realiza a partir do dia 16, a Semana do Folclore. O objetivo é levar entretenimento, cultura e lazer, além de debater, levar conhecimento e reflexão sobre mais um tema da área.
De acordo com a secretária de Educação e Cultura, prof. Bárbara Zenita França Macedo, o tema é relevante e aguça o campo criativo e imaginário das pessoas. “O evento é mais uma ação do Departamento de Cultura e das bibliotecas municipais, que se preocupam com iniciativas que acrescentam na educação e formação de cada ser humano. Ampliar o horizonte dos conhecimentos é uma forma de evidenciarmos nossa personalidade”, disse.
A semana vai ser realizada em dois locais. De 16 a 24 de agosto, as bibliotecas municipais vão ficar encarregadas de sediar o evento, e nos dias 21 e 22, o Bosque da Princesa recebe a programação. Diversas atividades fazem parte do roteiro. Durante o evento o público poderá participar de oficinas e brincadeiras folclóricas, prestigiar grupos de dança, feira de artesanato, espetáculo teatral e muito mais. As ações visam explorar o tema de forma que os participantes conheçam um pouco da história e trajetória do folclore.
Pindamonhangaba realiza atrações que não buscam somente oferecer um momento de descontração para a população, mas, sobretudo, são eventos que discutem os diferentes temas culturais que permeiam nosso país e traçam o perfil de nossa sociedade. “O aspecto cultural influencia na forma de agir e pensar de uma comunidade. Por isso, nos últimos anos a Prefeitura se preocupa com questões fundamentais, como educação, cultura, esporte e promove ações que emanem conhecimento e fortifiquem a maneira de pensar”, ressaltou a secretária Bárbara Zenita."
Publicado originalmente: http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=19764
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Espetáculo infantil encanta crianças na Biblioteca Municipal de Cubatão
"Histórias Daqui e de Lá" conscientiza o público infantil sobre o hábito pela leitura
Foi possível escutar dezenas de risadas infantis vindas da Biblioteca Municipal de Cubatão, durante a canção final de "Histórias Daqui e de Lá", peça apresentada no local, nesta terça-feira, dia 3. A alegria das narrativas das atrizes Danielle Barros e Lívia Sales contagiou o público do Ensino Fundamental I da UME Acre nas duas sessões: às 9 e às 15 horas. O espetáculo está em cartaz há 15 anos na companhia As Meninas do Conto, e desde 2008 é encenado no Programa Viagem Literária, projeto da Secretaria de Estado da Cultura em parceria com bibliotecas municipais.
Tendo uma colcha de retalhos como pano de fundo, as atrizes encantavam as crianças com contos que remetem à tradição oral. Irmãos Grimm, Hans Christian Andersen, Câmara Cascudo foram alguns dos autores que tiveram suas histórias atualizadas na versão das narradoras. Ricardo Campinas Gonçalves, de seis anos de idade, abraça contente sua mãe, a Secretária Municipal de Cultura e Turismo, Patrícia Campinas Gonçalves, que diz: "Quando você trabalha com o lúdico, as crianças desenvolvem mais a criatividade e interagem ainda mais com o mundo".
Na ponta dos pés, Danielle despertava a curiosidade dos estudantes: "E Pequetito se tornou um lindo, garboso e alto samurai". Depois dos aplausos, a professora de Educação Artística da Escola Estadual Afonso Schmidt, Laura Ribeiro, elogia o trabalho da companhia teatral: "De fato, a narrativa é um recurso ilimitado para a imaginação dos alunos". A atriz complementa: "O universo das histórias pertence às crianças. A história é o meio de chegarmos às nossas raízes, precisamos fazer essa continuidade oral chegar às futuras gerações".
Espetáculo - Olhos atentos, sorrisos no rosto, imaginação aberta e muitas gargalhadas. Foi assim que aproximadamente 50 crianças da UME Acre Cota 200 reagiram ao escutar histórias sentadas no chão de uma das salas da biblioteca municipal. Quem estava atrás ficou de joelhos para não perder nenhum movimento das meninas do conto.
Tambor, balafon, carrilhão, conduíte, prato, chapéu, avental, anel, entre outros instrumentos de percussão e adereços, encantaram ainda mais as narrações. Com um simples chapéu surgia um personagem, com um avental aparecia outro. E as crianças não paravam de rir, não só pelos contos, como também pela música, que era transformada em uma emocionante viagem. “Conta de novo”, disse uma aluna após ouvir a história “A Pequenininha”. Mas não só as crianças, os adultos também puderam relembrar sua infância. Prova disso foram as risadas que ressoavam nos corredores da biblioteca.
Nathalia Rodrigues Leonel, de seis anos, estudante do 1° ano do Ensino Fundamental, participou pela primeira vez de uma aula diferente: “Só a minha mãe me conta histórias, e foi muito legal ouvir outra pessoa. Senti medo e alegria simultaneamente”. Já para a Sofia Oliveira da Silva, de sete anos, além de sua mãe, só a professora contava histórias. “Elas fazem mágicas. Foi muito legal ouvi-as com os instrumentos”, afirmou a aluna do primeiro ano.
Ao final do espetáculo, levantando o braço e um pouco tímida, uma criança perguntou: “Vocês usam a imaginação?” A atriz Danielle respondeu: “Sim, com certeza. A gente pegou essas histórias dentro da biblioteca, por que a gente vai embora, mas as histórias ficam”. Baseado em contos literários, Histórias Daqui e de Lá tem direção de Simone Grande, cenário e figurino de Luciana Bueno.
Educação pela fábula – “História é metade de quem ouve e metade de quem conta. E hoje, todos nós contamos histórias”, disse Danielle. Dilcelene de Souza de Aquino, uma das professoras das cinco turmas que estiveram na biblioteca, também acredita na educação pela fábula. “Foi maravilhoso. As duas associaram os sons com os contos. E foi dessa forma que elas incentivaram os professores a fazer essa didática na escola”, ressaltou.
As atrizes acreditam na educação emancipadora. “A criança aprende a história porque existem valores nela. A gente planta a sementinha e a tendência é sempre continuar. Todo mundo pode contar histórias”, explicou Danielle.
Chefe da Divisão de Bibliotecas e Arquivo Histórico de Cubatão, Welington Ribeiro Borges ressalta: "Esse momento tem a função de despertar o interesse das crianças de freqüentar a biblioteca e de desenvolver o hábito da leitura". O Programa Viagem Literária proporciona eventos artísticos mensais nas bibliotecas do Estado de São Paulo. Cubatão participa das programações desde a primeira edição, em 2008.
Texto: Fernanda Lima e Lincoln Spada
Foto: Rodrigo Fernandes
Link para fotos
20100803 – Secult – Meninas do Conto – LS e FL
Publicado originalmente por Departamento de Imprensa em
http://www.cubatao.sp.gov.br/publico/index.php?option=com_content&view=article&id=2705:espetaculo-infantil-encanta-criancas-na-biblioteca-municipal-de-cubatao&catid=10:noticias-da-cidade&Itemid=50
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias
III Fórum do Plano Nacional do Livro e da Leitura
As inscrições já estão abertas e são gratuitas para o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e III Fórum do Plano Nacional do Livro e da Leitura, que acontecerão de 19 a 21 de agosto de 2010 no Parque Anhembi em São Paulo.
Quem participou no ano passado, basta enviar um e-mail com senha. Se vc esqueceu a senha, solicite-a. Quem participará pela primeira vez, basta se registrar que automaticamente estará inscrito: www.bibviva.com.br
Resultado de uma ação conjunta da Secretaria de Estado da Cultura e Ministério da Cultura - Secretaria Executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), os eventos ocorrerão em paralelo à 21 Bienal Internacional do Livro, no auditório Elis Regina, cidade de São Paulo, capital. Haverá palestras, conferências, painéis e debates sobre os temas de políticas públicas de incentivo à leitura e bibliotecas; democratização do acesso, fomento à leitura e à formação de mediadores, valorização do livro e leitura, desenvolvimento de serviços em bibliotecas públicas e comunitárias e sustentabilidade.
Reserve sua agenda para participar dessa edição. Informações pelo site www.bibviva.com.br ou pelos telefones: (11) 2627 8216 / 2627 8233 / 2627 8069
Fonte: Comissão Organizadora
III BIBVIVA 2010
Postado por crb8saopaulo às 17:38 0 comentários
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
NEW YORK CITY—The city's libraries face a funding crisis
As bibliotecas públicas da cidade de Nova York enfrentam uma crise de financiamento.
O sistema de bibliotecas da The New York Public Library está enfrentando um corte de financiamento de $37 milhões no orçamento para 2011. O sistema de bibliotecas públicas que há muito tempo fornece uma série de serviços gratuitos para a comunidade de Nova York e visitantes, terá de cortar os programas oferecidos, se os cortes orçamentais forem implementados, de acordo com Jennifer Lam, representante sênior de imprensa da NYPL.
O sistema de bibliotecas também poderá ter de fechar 10 de suas 90 filiais e reduzir os dias úteis de seis ou sete dias por semana para três ou quatro dias por semana.
The New York Public Library system is confronting a $37 million funding cut in Mayor Michael Bloomberg's proposed 2011 budget. The library system, which has long provided a number of free services to the New York community and to visiting patrons, will have to cut back on the programs it offers if the budget cuts are implemented, according to Jennifer Lam, senior press representative of the NYPL.
The library system may also have to close 10 of its 90 branches and reduce business days at other branches from the current six or seven days a week to three or four days per week.
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Postado por crb8saopaulo às 07:29 0 comentários
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Residentes del Bronx necesitan sus bibliotecas
Michael Alvarez / Administrador de bibliotecas públicas del Bronx, para la Biblioteca Pública de NY| 2010-05-27 | El Diario NY
A Cidade de Nova York experimentou durante o ano passado a taxa de desemprego mais alta desta década. Enquanto as grandes corporações fracassavam e os cheques de pagamento se transformavam em pequenos cheques de seguro desemprego, os novaiorquinos buscaram refugio nas bibliotecas.
Todos vão às bibliotecas onde podem ter acesso gratuito a computadores, assistencia para prepararem-se a buscar trabalho, livros, aulas de inglês, aulas de informática e programas culturais.
No entanto, brevemente essas 511.000 pessoas terão que ir às ruas quando a Biblioteca Pública de Nova York fechar as portas de 21 sucursais e reduzir os serviços no restante das bibliotecas para 4 dias por semana. Esta redução nos serviços é o resultado de um corte de $37 milhões no orçamento da cidade.
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Postado por crb8saopaulo às 06:27 0 comentários
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Paraíso de lectores
As bibliotecas aproveitam a crise para ressurgirem, enquanto que as vendas de livros sofrem uma queda de 25% na Cantabria.
Os empréstimos de livros experimentam um notável incremento. Os usuarios das bibliotecas querem os últimos exitos editoriais
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Postado por crb8saopaulo às 06:12 0 comentários
Marcadores: biblioteca pública, Cantabria, Espanha, leitura
Intentarán salvar horas de biblioteca
Por STEVE THOMPSON/DMN
Amigos das Bibliotecas de Dallas estão juntando forças para lançar uma campanha contra os cortes drásticos propostos pelas prefeituras locais na tentativa de cobrir um déficit orçamentário considerável para o próximo ano.
MAHONEY JIM DMN /
O prefeito Tom Leppert, que liderou "um dia de leitura de verão" na biblioteca central, disse que não espera não cortar o funcionamento do sistema de bibliotecas da cidade. "A mensagem é fundamental", disse Ed Palmer, membro do conselho da biblioteca. "E a mensagem é que a educação é um componente vital da infra-estrutura da cidade."
Se forem implementados os cortes propostos, a Biblioteca Central de J. Erik Jonsson será fechada de segunda a quarta-feira, reduzindo a sua operação de 44 para 24 horas por semana.
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Postado por crb8saopaulo às 05:59 0 comentários
Marcadores: biblioteca pública, Dallas
Las bibliotecas públicas registran casi el doble de visitas que los museos
Belén Molleda León, 3 jun (EFE).- Em torno de cem milhões de visitas recebem ao ano as bibliotecas públicas da Espanha, um número de usuarios que supera em quase o dobro do que registram os museus, com 53 milhões de visitantes.
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Postado por crb8saopaulo às 05:30 0 comentários
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sábado, 29 de maio de 2010
Bibliotecas públicas
Carlos Eduardo - Advogado e ex-prefeito de Natal
Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas no ano passado para o Ministério da Cultura constatou que 21% dos municípios brasileiros não possuem bibliotecas públicas municipais. Os pesquisadores visitaram 4.905 municípios e monitoraram outros 600 por telefone. O levantamento mostra que 91% das unidades não oferecem condições de acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência visual e 94% não têm serviços que permitam o acesso de pessoas com demais necessidades especiais. Para Fabiano Piuba, diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, o estudo revelou um dado estarrecedor. Segundo ele, “pode parecer incrível, mas alguns gestores se recusam a receber uma biblioteca pública, então é preciso fazer um trabalho de conscientização”. Isso, em pleno século XXI, é um absurdo. Principalmente porque o Ministério vai investir este ano R$ 30,6 milhões em 300 bibliotecas pelo país para a modernização de equipamentos, construção de espaços e adequação dos locais para pessoas portadoras de deficiência. Quer dizer, os recursos estão aí, batendo às portas das prefeituras.
Analisando ainda o estudo sob o prisma da inclusão digital, 45% das bibliotecas contam com computadores com acesso à internet, mas somente 29% delas oferecem tal serviço à população. É de se lamentar, pois 65% dos usuários entrevistados utilizam as bibliotecas públicas municipais para pesquisas escolares. Por tudo isso, em boa hora o presidente Lula sancionou a lei que determina a instalação de bibliotecas em todas as instituições de ensino do país, sejam públicas ou privadas, devendo cada biblioteca ter, no mínimo, um título para cada aluno matriculado. Como estabelece a lei, as bibliotecas escolares deverão oferecer “coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura”. A legislação determina um prazo de 10 anos para a instalação e funcionamento dessas bibliotecas em todas as escolas brasileiras.
Como vivemos em plena era cibernética, onde, segundo reportagem da revista Veja, mais de 32 milhões de brasileiros, quase metade do total de usuários de internet do país, têm experiência de conexão de banda larga através de milhares de lan houses espalhadas de norte a sul do país, parece ultrapassada a famosa frase de Monteiro Lobato de que “um país se faz com homens e livros”. Na verdade, devemos entender a palavra livros como o arcabouço cultural de um povo, a formação intelectual do indivíduo, em última análise, educação. Foi justamente tal ferramenta que alavancou as economias dos chamados tigres asiáticos, pois ela foi a base do desenvolvimento econômico e social daquelas nações, que impressionaram o mundo com um formidável salto de progresso. Essa percepção presente nas vidas de Darcy Ribeiro, Leonel Brizola, Cristovam Buarque, dentre outros brasileiros, deve fazer parte do dia-a-dia dos nossos gestores. É a educação a mola propulsora do crescimento econômico e social de um país. E incrementá-la se faz imprescindível a partir dos municípios, a célula menor da administração pública, mas talvez a mais importante por estar tão próxima do cidadão. Em nossa gestão na Prefeitura de Natal, construímos 346 salas de aula e recuperamos outras 261, num total de 607 salas, o que significa que a cada três dias e meio construímos ou recuperamos uma sala. E entendo isto como uma obrigação do gestor público. Afinal, só o saber e o conhecer nos faz avançar.
Publicado originalmente no Jornal Tribuna do Norte em 29/05/2010
http://tribunadonorte.com.br/noticia/bibliotecas-publicas/149750
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
As bibliotecas devem apostar nas pessoas
A biblioteca do futuro para sobreviver à concorrência com a Internet e profissionais de mídia online, deverá ser essencialmente um lugar de encontro e de trocas, avaliaram na reunião de hoje, os profissionais da área reunidos em congresso em Viena. "Uma biblioteca não são livros, são as pessoas que a animam” disse Eppo van tot Nispen Sevenaer, que dirige a biblioteca pública de Delft (Holanda), citada freqüentemente como um modelo no seu genero .
Les bibliothèques misent sur l'humain
AFP
27/05/2010 | Mise à jour : 18:57 Réaction (3)
La bibliothèque du futur devra être avant tout un lieu de rencontre et d'échanges pour survivre face à la concurrence d'internet et des supports en ligne, ont estimé aujourd'hui des professionnels du milieu réunis en congrès à Vienne. "Une bibliothèque, ce n'est pas les livres, ce sont les personnes" qui l'animent, a déclaré Eppo van Nispen tot Sevenaer, qui dirige la bibliothèque municipale de Delft (Pays-Bas), souvent citée comme un modèle du genre.
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Postado por crb8saopaulo às 10:09 0 comentários
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Cadê o livro?
Maria Betânia Monteiro - repórter
O inquérito civil instaurado pelo Ministério Público, publicado na terça-feira no Diário Oficial, apesar de curioso, serve de alerta para uma situação corriqueira em bibliotecas públicas do Estado: a posse indevida do patrimônio público, ou seja, o furto do livro. O inquérito citado tratava da investigação de um livro pertencente ao acervo da Biblioteca Estadual Câmara Cascudo, que não havia sido localizado por um usuário. O motivo do desaparecimento da obra, cadastrada sob o nº 973.917 (Roosevelt, Franklin Delano, presidente dos Estados Unidos, 1882-1945), ainda está sendo investigado, mas a bibliotecária Maria de Fátima adianta a hipótese de ter sido tomado de empréstimo e ainda não devolvido.
Rodrigo Sena
Na Biblioteca Câmara Cascudo há furto de livro e não devolução de obras emprestadasA denúncia foi feita por um frequentador assíduo da Biblioteca Câmara Cascudo. A lei que respalda a denúncia dele, segundo o promotor substituto do Patrimônio Público da comarca de Natal, Giovanni Rosado Diógenes Paiva, é a de número 8.429/92 (como publicado no Diário Oficial do Estado em 25 de maio). A lei dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional. A utilização da lei leva a entender que o que está sendo investigado é a possibilidade dos funcionários da biblioteca terem se apropriado indevidamente do patrimônio público.
O assessor de imprensa do Ministério Público em Natal informou que o promotor não estava fazendo acusações neste momento e sim abrindo um processo de investigação. Na publicação oficial, o promotor notificava o representante da biblioteca, no caso o coordenador Márcio Rodrigues Farias, para apresentar a relação dos demais livros cujo desaparecimento foi por ele identificado. O prazo para que a notificação seja cumprida é de 10 dias.
O VIVER tentou falar com Márcio, mas ele estava na cidade de Carnaubais, interior do estado, para fazer uma palestra. O seu telefone estava desligado. A funcionária Maria de Fátima estava na Biblioteca Câmara Cascudo e falou sobre o inquérito civil.
Com relação à denúncia feita pelo usuário, a bibliotecária disse que era algo inédito na história da biblioteca. Ela lembra bem do dia em que “o senhor, que é um usuário antigo da biblioteca ameaçou denunciar o desaparecimento do livro”. Segundo Maria de Fátima, o senhor tem dificuldades de relacionamento, tanto que a Câmara Cascudo precisou conceder a ele uma série de regalias, para evitar que ele continuasse xingando os funcionários sempre que eles não atendessem às suas necessidades. “Colocamos à disposição uma prateleira com livros só para ele”, disse Maria de Fátima. As exigências exageradas de um usuário são fatos isolados.
A regra mesmo é que centenas de livros são levados diariamente em bibliotecas públicas de todo o Brasil, de forma ilegal ou mesmo em empréstimos nunca devolvidos. E isso acontece todos os dias.
Maria de Fátima disse que existe uma defasagem de funcionários e que por isso não é possível realizar um levantamento mensal, ou anual dos livros que fazem parte do acervo, mas que estão fora da biblioteca. Além disso, ela falou que, apesar da segurança instalada na Câmara Cascudo, o risco dos livros serem roubados continua existindo. Na biblioteca existem dois guardas patrimoniais e funcionários na recepção, que não permitem a entrada de bolsas, pastas e outros utensílios volumosos.
Segundo a bibliotecária, o delito não acontece com frequência. O principal problema é a falta de punição com amparo legal, para usuários que não devolvem os livros tomados de empréstimos. A única repressão, no caso da Câmara Cascudo, é a inviabilização de novos empréstimos.
A Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, Nêmora Rodrigues disse que desconhece a existência de uma lei, obrigando os usuários a devolverem os livros emprestados.
A regra geral em bibliotecas públicas é que a realização de cadastros seja feita mediante a apresentação do RG, do CPF e do comprovante de residência. Mas os dados não têm utilidade, a não ser o de comprovar a existência do usuário. No caso da Biblioteca Câmara Cascudo, até o endereço perde a finalidade, já que os chamados cobradores, não estão à disposição da biblioteca. Seriam eles, os responsáveis para ir até a casa dos usuários resgatarem os livros. O que também não garantiria a reintegração do bem, já que as pessoas têm o livre direito de ir e vir e de mudar de endereço também.
Bibliotecas não têm como punir
Na Biblioteca Escolar Pública Professor Américo Oliveira Costa, localizada na zona norte de Natal, o furto de livros acontece constantemente. Segundo o coordenador da biblioteca, Márcio Lemos, a freqüência dos furtos tem sido cada vez menor pela baixa visitação, mas não o impede de dizer que o fato é um problema real. O coordenador fala que todas as medidas para coibir o furto foram tomadas, como a permanência de seguranças e sistema de conferência de material que entra e sai da biblioteca. Segundo Márcio Lemos, o desfalque só não é maior porque os livros só podem ser consultados internamente. A biblioteca tem cerca de 40 mil livros, entre didáticos e para-didáticos, que auxiliam os estudantes.
Já a biblioteca central da UFRN, a Zila Mamede, a realidade é bem diferente, justamente por haver um sistema de integração entre a biblioteca e a universidade que aprisiona o usuário. Se um usuário pega livros emprestados e não devolve, ele também não cola grau. Para adquirir o diploma universitário é preciso solicitar um nada consta da BCZN, que identifica a existência de pendências. Além disso, segundo a diretora da BCZN Ana Cristina Cavalcanti, a biblioteca oferece uma série de serviços que, se não impede a apropriação indevida, pelo menos inibe. A renovação de empréstimo de livros pela internet e pelo celular é um destes serviços.
Quanto ao furto de livros, a BCZN se resguarda com câmeras de vídeo, funcionários atentos e um sistema que detecta etiquetas magnetizadas afixadas no acervo da biblioteca. O sistema é semelhante ao que se encontra em lojas. E mesmo com todo o aparato, o furto não é evitado. “A apropriação indevida dos livros da BZCN é um delito grave. A investigação e a punição são feitas pela Polícia Federal”, disse Ana Cristina.
Publicado originalmente no Jornal Tribuna do Norte em 28/05/2010
http://tribunadonorte.com.br/noticia/cade-o-livro/149577
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Marcadores: biblioteca pública, furto, vandalismo
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Libraries are important to communities
Libraries are important to communities
Thursday, May 27, 2010
By CARLY ABRAHAMS-DEMATTE
Special to the Cabinet
I am writing this letter to share my views on the importance of the public libraries in our community in this day and age. I have worked at a public library for over a year now and believe that the great resources and programs that public libraries offer to the people of the area deserve greater attention. This attention would benefit all: communities, individuals and the library.
As bibliotecas são importantes para as comunidades
Quinta-feira 27 de maio, 2010
Por Carly ABRAHAMS-DEMATTE
"Estou escrevendo esta carta para compartilhar minhas opiniões sobre a importância das bibliotecas públicas da nossa comunidade nesses dias e época. Eu trabalhei em uma biblioteca pública por mais de um ano e acredito que os inúmeros recursos e programas que as bibliotecas públicas oferecem às pessoas deveriam merecer maior atenção. Isso beneficiaria todos os envolvidos: as comunidades, os indivíduos e a própria biblioteca. "
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Postado por crb8saopaulo às 08:01 0 comentários
Marcadores: biblioteca pública