segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Bacharelado Biblioteconomia e Ciência da Informação na UFSCAR
O principal objetivo do Curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação é formar profissionais e pesquisadores com conhecimento, competências e habilidades para discutir e solucionar questões relacionadas à seleção, à coleta, à organização, a representação, ao tratamento, à disseminação e ao acesso da informação e do conhecimento produzidos, em diferentes meios e suportes. Além disto, devem também ser aptos a propor e gerenciar os fluxos e as coleções informacionais otimizando sua recuperação de forma a potencializar suas condições de acesso e uso pela sociedade, refletindo criticamente sobre sua atuação profissional e a realidade em que está envolvido, considerando os princípios éticos de conduta que norteiam a sua profissão.
Duração do curso: 4 anos
Número de vagas: 48 por ano
Prazo para inscrição no processo seletivo: seleção através da nota obtida no ENEM, pelo sistema SISU
Diferencial do curso oferecido pela Instituição:
Considerando as características da região de São Carlos, conhecida como “Capital Nacional da Tecnologia” o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da UFSCar possui como diferencial propiciar uma formação do bibliotecário para o trabalho com ferramental tecnológico, em sistemas de informações
tecnológicas e empresariais considerando, concomitantemente, as implicações sociais, culturais e discursivas que estão envolvidas neste contexto.
+ Informações
Tel (16) 3351-8389, das 13h às 20h
e-mail: ccbci.ufscar@gmail.com
site: http://www.dci.ufscar.br/biblioteconomia-e-ciencia-da-informacao
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Templo do livro, modelo em xeque
Fonte: O Estado de São Paulo, 23/fev/2013
A atual fase da era digital, marcada pela expansão do mercado de e-books, vem acentuando o debate sobre o destino das bibliotecas tradicionais - e o seu incontornável impacto na formação de leitores
22 de fevereiro de 2013 | 22h 50
Maria Fernanda Rodrigues
Bibliotecários do Reino Unido ficaram em polvorosa com uma recente declaração do escritor inglês Terry Deary. Autor de obras infantis e juvenis, publicadas inclusive no Brasil, ele disse: "As bibliotecas tiveram seu momento. Elas são uma ideia vitoriana e estamos na era digital. Ou mudam e se adaptam ou deverão ser fechadas. Muito da chiadeira atual é sentimentalismo". A realidade de seu país em crise, onde as bibliotecas sofrem com corte de verba e encerramento de atividades e brigam com editoras pela questão do empréstimo de e-books, é bem diferente da brasileira.
Márcio Fernandes/AE
Frequentadores da Biblioteca de São Paulo leem no papel e na tela de um e-reader
Aqui, a briga é para zerar o déficit de bibliotecas. De acordo com o Censo Nacional de Bibliotecas Municipais, de 2010, 20% das cidades não contam sequer com uma sala de leitura. O dado é ainda mais preocupante nas escolas públicas. O Censo Escolar mostrou que 72,5% ficam devendo esse espaço para seus alunos - existe uma lei que determina que até 2020 essa questão seja resolvida. Outro desafio é a conquista de novos leitores. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, 75% dos brasileiros jamais pisaram numa biblioteca. O mesmo levantamento mostrou que 20% dos entrevistados frequentariam uma, se houvesse livros novos. Mas nada convenceria 33% a fazer isso.
"A biblioteca não é um organismo à parte na constituição de uma sociedade: a biblioteca é reflexo dela e responde a ela. Por isso é que temos tão poucas bibliotecas no Brasil", comenta Maria Antonieta Cunha, especialista no assunto e desde 2012 à frente da Diretoria do Livro, Leitura e Literatura, órgão subordinado à Fundação Biblioteca Nacional. Mas o Brasil é, claro, um país grande e desigual, e também no que diz respeito ao acesso a livros vive, simultaneamente, passado, presente e futuro. Enquanto uns correm para resolver essas questões básicas e urgentes, outros veem o momento em que será possível emprestar um livro digital de uma biblioteca e lê-lo no e-reader, tablet ou celular.
Isso ainda está distante das bibliotecas de obras gerais - algumas oferecerem livros em domínio público para download, mas isso é simples. É, porém, realidade para estudantes da FMU (SP), Universidade de Passo Fundo (RS) e Cândido Mendes (RJ), entre outras, que usam o serviço da Minha Biblioteca, uma plataforma criada por editoras concorrentes, mas que se uniram para desbravar esse mundo novo.
Participam do consórcio quatro das cinco maiores do segmento CTP (Científico, Técnico e Profissional): Saraiva, Atlas, Grupo A e Grupo Gen. São 4 mil títulos e 2 modelos de negócios. No primeiro, a instituição de ensino paga à Minha Biblioteca um valor mensal por aluno para que eles possam ler, quando quiserem e ao mesmo tempo, todos os títulos do acervo. No segundo, disponível a partir de abril, a universidade escolhe quais títulos e quantos exemplares deseja adquirir. Se optar por cinco exemplares de determinado e-book, por exemplo, apenas cinco alunos poderão emprestá-lo simultaneamente, tal qual acontece com o livro físico.
Quando foi criada, há 18 meses, a Minha Biblioteca já tinha concorrente: a Biblioteca Virtual Universitária, do grupo Pearson que agora conta com a parceria da Artmed, Manole, Contexto, IBPEX, Papirus, Casa do Psicólogo, Ática e Scipione. Lá, são 1.400 títulos. A Companhia das Letras, que pertence ao grupo Pearson, também está no projeto. Mas não oferece seus títulos, e sim obras em domínio público.
O impasse é que, fechando com a Minha Biblioteca ou com a Biblioteca Virtual Universitária, seus estudantes só terão acesso aos livros das editoras participantes, restringindo o uso de uma bibliografia completa e diversificada. Ideal seria que as instituições tivessem as próprias plataformas e unificassem os catálogos das editoras. Mas elas se ocupam hoje de preparar seus e-books para difundir a produção de pesquisadores e alunos. Quem quiser lê-los, basta fazer o download e já ganha o arquivo. Ou seja, uma operação um pouco diversa do empréstimo de um livro. O modelo é incipiente, mas os números da editora Unesp são animadores. Desde março de 2010, quando criou o selo digital Cultura Acadêmica, já publicou 137 títulos exclusivamente em formato digital e registrou mais de 299 mil downloads. Enquanto isso, nos Estados Unidos, Robert Darnton, diretor da Biblioteca de Harvard, e sua equipe acertam os últimos detalhes da inauguração, em abril, da gigante Biblioteca Pública Digital Americana.
De volta ao Brasil, há ainda universidades e escolas que dão tablets aos alunos - caso da Estácio de Sá. A parceria para conteúdo é da Pasta do Professor, projeto criado pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos para coibir as cópias, e que tem a adesão de várias editoras.
A questão da remuneração é apontada por editores como um dos principais entraves para que o empréstimo de e-book para o público em geral tenha seu início no Brasil. Este é um problema que ainda não foi resolvido nos Estados Unidos e Reino Unido. Quando muito usado, o livro físico é substituído por um novo, comprado da editora. A duração de um e-book é indefinida. Por isso, os preços do produto são mais altos. Um lançamento em e-book pode custar às bibliotecas de US$ 65 a US$ 85, pelo menos quatro vezes mais do que as livrarias vendem ao consumidor.
O imbróglio é acompanhado por casas brasileiras de fora do segmento CTP, e editoras - como a Companhia das Letras, Intrínseca, Leya e as que integram a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), entre as quais Record e Objetiva - ainda não se mobilizam pela causa. "Não temos planos imediatos para oferecer serviços de empréstimo, mas sabemos que é uma questão de tempo", diz Roberto Feith, presidente da Objetiva e do conselho da DLD. Ele conta, porém, que a distribuidora já levantou modelos operacionais e financeiros de negócio desenvolvido pelas principais editoras globais.
"Existem modelos bastante diferentes entre si, mas ainda não há um consenso ou modelo predominante. Vamos observar essa evolução para, eventualmente, escolher a melhor solução para nosso mercado", diz. Ao seu lado nessa investigação está a Pasta do Professor.
Editoras assistem e esperam, e livrarias se agilizam. "Não podemos falar muito agora, mas certamente está no radar da Cultura oferecer serviços desse porte com a Koko. Estamos estudando", adianta Rodrigo Castro, diretor comercial da Livraria Cultura. É um projeto "para o ano", e deve incluir o aluguel da obra toda ou de capítulos. Com essa iniciativa, a Cultura dá um passo para o futuro ao mesmo tempo em que retorna às suas origens - foi emprestando livros que Eva Herz começou o negócio da família. A Saraiva, que tem o know-how do aluguel de filmes pela internet, também estuda o caso.
Enquanto isso não se realiza, a Nuvem de Livros, criada pela Gol Mobile em 2011, segue como a única biblioteca virtual para leitores que querem acompanhar as novidades literárias. O problema é que ela se restringe a clientes da Vivo ou de alguns outros parceiros da empresa. Para ter acesso a cerca de 7 mil conteúdos - livros representam 80% do acervo -, o assinante paga em média R$ 4,99 por mês. Hoje, são 400 mil usuários, mas Roberto Bahiense, diretor de Relações Institucionais, acredita que até o fim do semestre a biblioteca terá 1 milhão
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,templo-do-livro-modelo-em-xeque,1000324,0.htm
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Biblioteconomia na Faculdade de Biblioteconomia PUC-Campinas
Objetivo: Preparar profissionais para atuarem como especialistas na organização da informação, visando sua máxima utilização; Oferecer formação adequada para o profissional atuar na área de informação, tornando-o apto a planejar, desenvolver e oferecer serviços de informação de forma autônoma, na modalidade de consultoria, ou vinculados a unidades de informação em diferentes contextos organizacionais.
Duração do curso: 8 semestres
Número de vagas: 60
Prazo para inscrição no processo seletivo: normalmente no segundo semestre de cada ano (entre setembro e outubro)
Diferencial do curso oferecido pela Instituição: a Faculdade de Biblioteconomia é responsável pela editoração da revista científica TransInformação, importante revista da área de Ciências Sociais que está indexada nas melhores bases de dados nacionais e internacionais.
A biblioteca da Faculdade de Biblioteconomia possui material bibliográfico em constante atualização, oferecendo também acesso a bases de dados internacionais especializadas e espaço para desenvolvimento de estudos.
Por estar situado em região de grande desenvolvimento econômico, cultural e científico-tecnológico, os alunos têm a possibilidade de desenvolver estágio não obrigatório remunerado em instituições públicas e privadas da Região Metropolitana de Campinas de vários segmentos. As atividades de estágio não obrigatório e obrigatório colocam o aluno em contato com realidades distintas e com profissionais já formados.
A rápida inserção de nossos egressos no mercado de trabalho, desenvolvendo carreira profissional de destaque também é um dos pontos positivos de nosso curso.
Para mais informações
Telefone: 19 - 3343-7019
E-mail: biblio.cchsa@puc-campinas.edu.br
Site: http://www.puc-campinas.edu.br/graduacao/cursos/biblioteconomia
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GRADUAÇÃO BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO NA FESPSP
O curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP promove uma formação teórica e prática, com forte embasamento técnico e conhecimentos humanísticos, o que contribui para a formação de um profissional completo.
As principais disciplinas do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação são: Projetos Culturais; Mediação da Informação, da Leitura e do Aprendizado; Normalização Documentária; Fundamentos de Tecnologia da Informação e Comunicação; Representação Descritiva; Linguagens Documentárias; Serviços de Referência e Informação; Introdução a Organização de Arquivos; Bibliotecas Virtuais e Repositórios Institucionais e Gestão de Serviços de Informação.
O projeto pedagógico do curso baseia-se em uma integração disciplinar voltada para a prática e dispõe de recursos de educação à distância em ambiente virtual de aprendizagem que proporciona um espaço para complementação teórica e prática das disciplinas, promovendo e impulsionando a competência informacional do aluno para as novas tecnologias da informação e comunicação.
O corpo docente do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP é formado por mestres e doutores com atuação acadêmica e aplicada.
Bibliotecários e Cientistas da Informação formados pela FESPSP estão capacitados para a atuação em bibliotecas, unidades, redes, serviços e sistemas de informação das mais diversas instituições públicas e privadas, exercendo atividades de pesquisa, recuperação, análise, organização, tratamento técnico e preservação de recursos informacionais.
O profissional da informação é um dos mais procurados no mercado, pois presta serviços de disponibilização sistemática de informações, assessoria, consultoria, atendimento, difusão informacional e cultural, bem como ações educativas relativas à mediação da informação e da leitura, além de diagnósticos e análises informacionais.
Duração do curso: 3 anos
Número de vagas: 300 vagas, sendo 150 para o período matutino e 150 para o período noturno.
Prazo para inscrição no processo seletivo: até 27/02/2013 para ingresso ainda no 1º semestre de 2013
Diferencial do curso oferecido pela Instituição: O curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação acompanha a tradição da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Em 1936, Rubens Borba de Moraes organizou o primeiro curso de Biblioteconomia da cidade de São Paulo, com o objetivo de formar um corpo de profissionais qualificados para a Biblioteca Pública Municipal. O curso, que inicialmente funcionou com o apoio do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, foi recebido pela FESPSP em 1940.
Logo depois de sua integração à FESPSP, o curso desenvolveu-se e foi fundada a Faculdade de Biblioteconomia que, com o apoio da American Library Association, passou a oferecer um currículo que se equiparava ao programa das escolas norteamericanas de Biblioteca, as library schools.
Ao longo de sua história, na busca pela melhoria de qualidade e diante das exigências técnicas cada vez mais especializadas da carreira de bibliotecário, o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação introduziu novas disciplinas em seu currículo, adequou seu curso de acordo com as solicitações do mercado de trabalho e adotou novas tecnologias, incorporando os modernos campos de estudo, pesquisa e metodologias para organização e difusão da informação.
Hoje, inserida em um contexto social e informacional distinto e mais complexo, a Biblioteconomia e Ciência da Informação da FESPSP é referência nacional de pioneirismo, tradição e qualidade. Tem como objetivo formar pessoas e profissionais capazes de atuarem de forma autônoma e responsável em uma sociedade dinâmica e em constante desenvolvimento. Para tanto, está constantemente revendo e redirecionando seu projeto pedagógico, no sentido de oferecer a seus alunos o melhor curso e, à sociedade e ao mercado, os melhores profissionais.
A atualidade e excelência de suas atividades estão expressas no alto grau de empregabilidade e respeitabilidade alcançadas por seus egressos e a constante busca por profissionais formados na Instituição. A demanda por profissionais da informação é tão intensa que, mesmo antes de se graduarem, quase a totalidade dos alunos da FESPSP estão empregados ou estagiando em atividades relacionadas à profissão.
Para mais informações:
Telefone: 3123-7800
e-mail: atendimento@fespsp.org.br
http://www.fespsp.org.br/
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PÓS-GRADUAÇÃO NA FESPSP
PÓS-GRADUAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS GERENCIAIS
O objetivo geral do curso é formar especialistas para atuar em posições de liderança e chefia nas áreas de gestão da informação e do conhecimento, independente de sua área de formação básica (graduação – nível superior).
Seus objetivos específicos são:
• Aprimorar e desenvolver competências gerenciais ligadas à gestão da informação e do conhecimento, com ênfase nos aspectos humanos;
• Promover o acesso às novas tecnologias e conceitos administrativos contemporâneos relacionados à gestão de negócios e a inserção dos líderes nesse contexto;
• Favorecer a construção crítico-construtiva sobre o papel do líder nas Organizações.
Duração do curso: 18 MESES
Prazo para inscrição no processo seletivo: até 15 de março
Diferencial do curso oferecido pela Instituição: O ambiente empresarial tem sofrido profundas mudanças relacionadas diretamente ao avanço dos recursos de informação e comunicação, das novas relações com o mercado (clientes, fornecedores, concorrentes, parceiros e a própria comunidade) e a exigência de novas formas de conduta nos negócios. O novo modelo exige do profissional um entendimento macro de questões chave, relacionadas não somente à sua formação técnica, mas principalmente às competências, habilidades e atitudes pessoais para se integrar ao ambiente das Organizações. De maneira assertiva e ética, respeitando e se adaptando às diferenças de todos os níveis e garantindo sua própria empregabilidade e a melhoria de suas relações de trabalho, que tendem a repercutir diretamente em melhor qualidade de vida, os profissionais buscam a adaptação à nova realidade.
Nesse contexto, o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Competências Gerenciais tem como meta inserir os profissionais que ocupam cargos de liderança e chefia em temas contemporâneos, buscando fornecer subsídios capazes de promover o avanço profissional, através do desenvolvimento de competências gerenciais, a partir de um ambiente de aprendizagem que valorize o compartilhamento de conhecimento, além do contato com forte embasamento teórico e experiência prática do corpo docente. O curso pretende impulsionar a realização de novas conexões, traduzidas em avanço pessoal, social e profissional.
PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ARQUIVÍSTICA
O objetivo geral do curso é formar especialistas em gestão arquivística, independente de sua área de formação básica (graduação – nível superior).
Seus objetivos específicos são:
• Aprimorar e desenvolver competências relacionadas à gestão arquivística, em especial para os alunos não graduados em Arquivologia;
• Dotar os profissionais de competências de planejamento e gestão de sistemas de informação arquivística de Organizações públicas e privadas;
• Discutir temas emergentes como aspectos legais e econômicos de guarda de documentos físicos e digitais, preservação digital e sistemas informatizados de gestão da informação e documentação;
• Favorecer a construção crítico-construtiva sobre o papel da gestão arquivística nas Organizações.
Duração do curso: 18 MESES
Prazo para inscrição no processo seletivo: até 15 de março
Diferencial do curso oferecido pela Instituição: Os arquivos, por meio dos seus documentos, certificam os processos cotidianos e a memória histórica de pessoas e Organizações. São repositórios milenares de informações vitais para a tomada de decisão, pois armazenam todo o ciclo de existência dos entes que lhes deram origem, dando testemunho e prova das ações realizadas e dos eventos ocorridos. Entretanto, para que os arquivos cumpram com o seu papel fundamental de dar fé e comprovar a existência dos fatos, é necessário que seus documentos sejam organizados e conservados por meio de uma gestão arquivística, realizada com métodos específicos segundo as mais recentes normas da arquivologia e da Ciência da Informação.
Nesse contexto, o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Arquivística tem como objetivo principal fornecer aos gestores uma visão abrangente dos principais temas a serem considerados em um projeto de gestão documental, tanto em Organizações tradicionais como nas que transitam para a mídia digital, contribuindo diretamente para a Gestão do Conhecimento Institucional.
PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL
O objetivo geral do curso é formar especialistas em gestão da informação digital, independente de sua área de formação básica (graduação – nível superior).
Seus objetivos específicos são:
• Aprimorar e desenvolver competências relacionadas à gestão da informação digital por meio de uma abordagem sistêmica;
• Promover o acesso às novas tecnologias;
• Compreender e reconhecer as tecnologias que se adaptam à necessidade da Organização;
• Favorecer a construção crítico-construtiva sobre o papel da informação e do conhecimento nas Organizações.
Duração do curso: 18 MESES
Prazo para inscrição no processo seletivo: até 15 de março
Diferencial do curso oferecido pela Instituição: A informação e o conhecimento são considerados recursos das Organizações modernas e nas últimas décadas vem sendo gerenciados como recursos estratégicos, tendo impacto direto na sustentabilidade das Organizações, independente da sua área de atuação. Com o advento da internet e dos inúmeros desdobramentos sociais e econômicos que a informação digital vem causando, há necessidade de capacitar os profissionais para o perfeito entendimento do complexo processo de gestão da informação, da geração ao uso, em todas as suas etapas, incluindo um entendimento claro do papel das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Nesse contexto, o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão da Informação Digital tem como objetivo principal fornecer suporte conceitual e prático para que o aluno possa planejar e implantar sistemas de informação capazes de gerenciar de maneira eficaz a informação digital, considerando todos os seus aspectos e elementos essenciais.
Para mais informações:
Telefone: 3123-7800
E-mail: atendimento@fespsp.org.br
http://www.fespsp.org.br/
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Solenidade de entrega do XI Prêmio de Biblioteconomia Paulista Laura Russo será dia 12 de março no Centro Cultural São Paulo
No dia 12 de março, data em que se comemora o Dia do Bibliotecário, o CRB-8 também irá celebrar a ocasião fazendo a entrega do XI Prêmio de Biblioteconomia Paulista Laura Russo cujo tema foi "Bibliotecas e centros de informação no séc. XXI: novos leitores, novas práticas, novos desafios".
Criado em 1998, o Prêmio é resultado de um esforço contínuo e combinado das várias gestões do Conselho Regional de Biblioteconomia, para dar visibilidade à profissão e tornar conhecido o trabalho de bibliotecários, educadores, parceiros, apoiadores e simpatizantes da causa das bibliotecas, da educação e da leitura.
Serviço
XI Prêmio Biblioteconomia Paulista Laura Russo
Tema: Bibliotecas e centros de informação no séc. XXI: novos leitores, novas práticas, novos desafios
Data: 12 de março de 2013, terça-feira, às 19h
Local: Sala Adoniran Barbosa, no Centro Cultural São Paulo
Não é necessária inscrição prévia.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Leitores criticam falta de bibliotecários e elogiam José Mindlin
Fonte: Folha de São Paulo, Painel do Leitor, 18/fev/2013
http://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/1232232-leitores-criticam-falta-de-bibliotecarios-e-elogiam-jose-mindlin.shtml
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